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Brasil e EUA ampliam intercâmbio científico no âmbito do CsF

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postado em 04/09/2012 19:20 / atualizado em 04/09/2012 19:24

O programa Ciência Sem Fronteiras pretende enviar 101 mil bolsistas brasileiros para as universidades dos Estados Unidos, enquanto o Brasil deverá receber boa parte dos 100 mil norte-americanos – estudantes de graduação, pós-graduação, doutorado e cientistas – que terão como destino países das Américas Central e Latina.

O intercâmbio entre os dois países está na pauta da feira realizada pela organização Education USA nesta semana, em São Paulo. Essa instituição trata da concessão de bolsas de estudos nos Estados Unidos e mantém escritórios no Brasil, em parceria com universidades e outras instituições educacionais, sob a coordenação da Comissão Fulbright do Rio de Janeiro e com apoio da Seção de Educação e Cultura (Bureau of Education and Cultural Affairs - ECA), do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Nesta segunda-feira (3), ao comentar o Programa Tecnologia da Informação Maior, lançado em agosto, a presidente Dilma Rousseff disse que o desafio brasileiro é erradicar a pobreza e, ao mesmo tempo, produzir ciência e tecnologia, agregando valor à produção. "Esse é o caminho para o Brasil chegar à economia do conhecimento e se encaminhar cada vez mais para ser uma grande nação", ressaltou ela, no programa semanal de rádio Café com a Presidenta.

Bolsas - As bolsas de estudo do Ciência sem Fronteiras são oferecidas nas seguintes categorias e quantidades: para doutorado sanduíche (duração de um ano), 24.600 bolsas; doutorado pleno, 9.790; pós-doutorado, 11.560; graduação sanduíche, 27.100; treinamento de especialista no exterior (geralmente em empresas com filiais no Brasil), 700; Jovem Cientista de Grande Talento (no Brasil), 860; pesquisador visitante especial (no Brasil), 390.

Além dessas 75 mil, outras 26 mil bolsas serão concedidas pelo governo federal, com recursos da iniciativa privada, totalizando 101.000 beneficiados pelo Ciência sem Fronteiras, que terão o acesso ao programa facilitado a partir da instalação de cursos de inglês nas universidades federais – dominar o idioma é exigência para o ingresso nas instituições estrangeiras de ensino.

O programa Ciência sem Fronteiras foi lançado oficialmente em dezembro de 2011. Financia bolsas para estudantes brasileiros no exterior e de bolsistas estrangeiros que queiram vir estudar e pesquisar no País. Essa mão dupla de intercâmbio cultural, educacional e científico, reforça as relações bilaterais e aproxima as pessoas e os países. As regras e normas para ingressar no Ciência sem Fronteiras podem ser visualizadas acessando a área de "Chamadas Abertas" no site www.cienciasemfronteiras.gov.br.

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