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Jovens criam miniempresas

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postado em 21/06/2015 13:11

Breno Fortes

Incentivar jovens a trilharem um caminho empreendedor. Esse é o objetivo do programa Miniempresa, criado pela fundação educativa Junior Achievement há 10 anos. Na última sexta-feira, 26 alunos de 2º ano do ensino médio de oito escolas participaram de um encontro no Conjunto Nacional para discutir ideias para novos produtos. Participaram alunos dos colégios Militar, Sigma, Sesi, Centro Educacional nº 1 do Cruzeiro Velho e Centro de Ensino Médio Setor Leste. “Eles aprendem a montar uma empresa, e a proposta é que, um dia, possam ter o próprio negócio. Em breve, vão começar a vender também”, explicou a diretora da Junior Achievement, Olivia Völker, 73 anos.

Entre os produtos desenvolvidos pelos estudantes, estão porta-maquiagem, caixa de brinquedos, livo sensorial 3D, banco custumizado e botom que é também ímã e chaveiro. Uma das novidades é o Fioprotec, desenvolvido por Enzo Gallafassi, Henrique de Lázari, Gustavo Andrino, Bernardo Guimarães e Cecília Cipriano, 16 anos, do Sigma da Asa Sul. Trata-se de um protetor de fios para carregador de celular que impede danos no objeto e que será vendido por R$ 5. “Usamos pulseiras e um pedaço de sugador odontológico para fazer”, contou Bernardo.

 

O Livro sensorial, da empresa Educarte, composta por Vinícius Gonçalves, Esdras Brito, Eduarda Wanderley, Gabriela Malesvik, 16 anos e Marcus Elil, 18 anos, do Colégio Militar, também é novidade que vale a pena conferir. Eles produziram um livro 3D e interativo que ajuda no aprendizado infantil e o custo aproximado será de R$ 50. “Não é um livro só pra olhar folhas secas, de papel, é algo que a criança vai querer dormir junto e ajuda a desenvolver coisas como contagem e alfabetização. Queremos realizar a integração social, ajudar o mundo e estamos levando o projeto a sério. 24% do nosso lucro será revertido para a ONG Associação de Mães, Pais, Amigos e Reabilitadores de Excepcionais (Ampare). Mais informações sobre a empresa Educarte podem ser obtidos no Facebook.

 

Algo que também chamou a atenção foi o Elasticase, feito por Gabriel Tormin, Luigi Maia, Rodrigo Raposo e Lucas Ferreira, 16 anos, do Sigma Asa Norte. Os estudantes fizeram um porta treco, com elástico para encaixar as coisas, que será vendido por R$ 15, o pequeno, e R$ 25, o grande. “Queremos adicionar ventosas para que também seja possível colar na parede, algo que foi um pedido das pessoas com as quais fizemos pesquisa de mercado”, explicou Lucas. 

 

Escolas que desejarem participar do programa Miniempresa devem ligar no (61) 3340-6127 ou mandar um e-mail para jadf@jadf.org.br.

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