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Autora Paula Pimenta lança em Brasília continuação de saga best-seller

Terceiro livro da sequência Minha vida fora de série traz temas mais maduros

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postado em 08/07/2015 21:57 / atualizado em 09/07/2015 10:01

Carlos Moura/CB/D.A. Press
A autora infanto-juvenil Paula Pimenta aterrissou nesta quarta-feira (8) em Brasília, fechando a turnê de lançamento de seu livro Minha vida fora de série - 3ª temporada, que ocorreu em várias cidades do Brasil desde a última sexta-feira. Na capital, o evento se deu na Livraria Cultura do Casa Park e atraiu jovens de diversas idades.

Assim como sua já consagrada série Fazendo meu filme, de quatro volumes publicados e que será adaptada para as telonas, Minha vida fora de série trata dos dramas e questões de uma típica adolescente brasileira. No novo episódio da saga, a heroína Priscila já tem 19 anos e percebe que precisa deixar de vez a adolescência e lidar com as responsabilidades da vida adulta.

Carlos Moura/CB/D.A. Press
"Elas (as fãs) visualizam nessa nova fase da personagem o que vão ser, e também suas expectativas para o futuro", disse Paula, que respondeu perguntas em um bate-papo às 17h e em seguida distribuiu autógrafos para os cerca de 160 jovens que chegaram a tempo de reservar um exemplar do livro, no momento esgotado.

"Gosto tanto da história que já cheguei a ler 400 páginas em um dia", disse a estudante Letícia Cardoso, 13 anos, que foi ao evento acompanhada das primas Vanessa de Melo, 15, e Milena Neves, 12. As meninas, que se declaram muito fãs da autora, customizaram camisetas com o nome da série de livros e chegaram às 12h30 no local para garantirem seus lugares na fila. "Minha mãe já queria me buscar, mas eu disse que não, que seremos as últimas a ir embora", disse Milena.

Para o ano que vem estão programados mais dois lançamentos, entre eles o primeiro de uma nova saga sobre uma menina apaixonada por literatura, além da sequência da versão em quadrinhos de Fazendo meu filme, na 17ª Bienal do Livro do Rio de Janeiro. "Estou muito surpresa com essa vontade de me ver que meus leitores têm, viajando longas distâncias e fazendo tanto esforço para estarem presentes", afirmou a romancista.

Paula começou a escrever para o público infanto-juvenil por acaso e nunca imaginou que suas lembranças da juventude poderiam gerar identificação nos adolescentes de hoje. "Descobri que é a mesma coisa em qualquer geração. Muda a moda, a trilha sonora, mas os sentimentos e as descobertas são basicamente iguais", concluiu ela, que acha gratificante perceber-se como influência na criação precoce do gosto pela literatura nos jovens.
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