Depois de três horas de conversa com o "bom amigo" Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad, parece só ter confirmado as convergências de interesses que o fizeram vislumbrar no Brasil um companheiro para sua empreitada de deslocar o eixo de poder das grandes potências ocidentais. Em breve coletiva à imprensa, o iraniano disse que os dois paÃses "procuram resolver os problemas do mundo, combater as injustiças e buscam um mundo livre de armas de destruição em massa, particularmente armas nucleares". Aproveitou para defender, diante do anfitrião, o ingresso do Brasil como membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas.
Ahmadinejad aproveitou a única pergunta feita pela imprensa brasileira para "desmentir" que a proposta de o paÃs "exportar" seu urânio para enriquecimento no exterior e depois "importá-lo" de volta como combustÃvel para seus reatores, tenha sido feita pela agência da ONU e pelos paÃses ocidentais. As negociações sobre o impasse estão paralisadas pela recusa de Teerã à fórmula apresentada. "A proposta de troca de combustÃvel foi feita originalmente pelo Irã, não pela AIEA. Há quatro meses, o Irã, no intuito de criar uma nova oportunidade para o governo americano e outros paÃses e para mudar esse clima, apresentou uma proposta para o intercâmbio de combustÃvel (nuclear)", afirmou.
Ataque à intolerância Apesar da sintonia desfilada com o governo iraniano, o presidente Lula fez questão de destacar, na sua fala inicial, o compromisso da polÃtica externa brasileira com a "democracia e o respeito à diversidade". "Defendemos os direitos humanos e a liberdade de escolha de nossos cidadãos e cidadãs com a mesma veemência com que repudiamos todo ato de intolerância ou recurso ao terrorismo", disse o presidente brasileiro, ainda em tom de justificativa pelo convite feito ao iraniano.
Autor:Benedito Castro
... com o Hugo Chaves da Venezuela e o Evo Morales na Bolívia. Os protestos embora não resolva nada, demonstra que ele é pessoa "non grata" ao País. Enquanto ele não exclarecer como foi sua eleição adulterada lá no Irã, ele não conseguirá convencer ninguém com essa sua cara de bom samaritano fajuta.
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Autor:Benedito Castro
... de energia comercial e residencial e, não é isto que é processado no Irã. Se é pacífico, porque tanta polêmica quando se fala em inspecionar as usinas nucleares do Irã. Para um Presidente eleito por fraudes nas eleições, o Ahmadinejad não inspíra nenhuma credibilidade. O dialogo dele deve ser...
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Autor:Benedito Castro
O que o Presidente Lula quer com o Presidente Iraniano? Só pode ser troca de tecnologia nuclear talvez para fabricar artefatos de guerra, como o fazem os cientistas do Irã. Míssil não é para fins pacíficos e o Irã já tem muitos. Energia para fins pacíficos é utilizada em reatores para fornecimento..
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Autor: Benedito Castro
... com o Hugo Chaves da Venezuela e o Evo Morales na Bolívia. Os protestos embora não resolva nada, demonstra que ele é pessoa "non grata" ao País. Enquanto ele não exclarecer como foi sua eleição adulterada lá no Irã, ele não conseguirá convencer ninguém com essa sua cara de bom samaritano fajuta. | Denuncie |
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... de energia comercial e residencial e, não é isto que é processado no Irã. Se é pacífico, porque tanta polêmica quando se fala em inspecionar as usinas nucleares do Irã. Para um Presidente eleito por fraudes nas eleições, o Ahmadinejad não inspíra nenhuma credibilidade. O dialogo dele deve ser... | Denuncie |
Autor: Benedito Castro
O que o Presidente Lula quer com o Presidente Iraniano? Só pode ser troca de tecnologia nuclear talvez para fabricar artefatos de guerra, como o fazem os cientistas do Irã. Míssil não é para fins pacíficos e o Irã já tem muitos. Energia para fins pacíficos é utilizada em reatores para fornecimento.. | Denuncie |