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Ativistas começam a ser deportados para a Jordânia, brasileira permanece em Israel

Agência Brasil

Publicação: 02/06/2010 12:00 Atualização:

Brasília - O governo de Israel começou a deportar ativistas detidos durante uma operação militar contra uma frota que levava ajuda à Faixa de Gaza. De acordo com o Itamaraty, a cineasta brasileira Iara Lee, que estava em um dos barcos no momento da ação, permanece no país, onde aguarda um voo para levá-la à Turquia.

Iara Lee será recebida pelo cônsul brasileiro em Istambul, Michel Francis de Maya Monteiro Gepp. A expectativa é que, de lá, ela retorne para os Estados Unidos – onde vive –, e não para o Brasil.

De acordo com a BBC Brasil, 123 ativistas de 13 países (entre eles, Turquia, Malásia, Indonésia, Barein, Kuwait e Paquistão) foram levados de ônibus para a Jordânia, onde uma multidão de simpatizantes os aguardava. Mais 50 ativistas turcos foram libertados da prisão e também serão deportados, informaram as autoridades oficiais.

Ao todo, 670 pessoas foram presas na operação militar. O ataque das forças israelenses matou nove ativistas e provocou reações negativas de boa parte da comunidade internacional.

Esta matéria tem: (1) comentários

Autor: aline feitosa
Éinadmissível que a comunidade internacional permaneça inerte com a invasão dos israelenses no barco turco e em aguas internacionais. Israel deveria indenizar todas as pessoas que estavam nesses navios, haja vista que ele violou normas internacionais com este ataque. | Denuncie |

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