“O assassinato de uma mulher que não teve voz para se levantar contra a arma e a brutalidade de criminosos é um claro símbolo da covardia e da perversidade de seus algozes.” Com essas palavras, o presidente do Afeganistão, Hamid Karzai, condenou o fuzilamento de Najiba, uma mulher de 22 anos acusada de adultério.
Após considerar o crime hediondo, Karzai ordenou às forças de segurança de seu país que não poupem esforços para capturar e punir os responsáveis. “Nós fomos até lá para investigar e ainda estamos buscando as pessoas envolvidas nesse ato brutal”, acrescentou o mandatário. Karzai disse que “este crime é imperdoável, tanto segundo o islã quanto segundo as leis do país”. A Força Internacional de Assistência à Segurança (Isaf, pela sigla em inglês) se dispôs a ajudar os militares afegãos “na busca pelos autores desse ato de ódio”.
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