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Nos EUA, latinos vão às urnas contra o republicano Trump

Historicamente, essa população se envolve pouco nas eleições. Ameaçados de deportação, podem mudar a tendência e comparecer em peso

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postado em 05/11/2016 16:42 / atualizado em 05/11/2016 19:13

France Presse

Jackson Heights, no Queens, em Nova York, onde as ruas cheiram a tortilhas, coentro e carne assada, é um território hostil ao candidato republicano à Presidência dos Estados Unidos, Donald Trump. Nunca tantos latinos -- 27,3 milhões, 12% do total -- estiveram habilitados para votar nos Estados Unidos, tendo a capacidade para influir no resultado dessa crucial eleição de 8 de novembro. A questão é se isso vai acontecer, já que, historicamente, seu comparecimento às urnas tem sido baixo.

 

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Isso pode mudar, porém, no momento em que Trump promete deportar 11 milhões de imigrantes em situação ilegal e construir um muro na fronteira com o México, além de classificar os mexicanos como criminosos e estupradores. “Temos alguns 'hombres' ruins”. disse o republicano no terceiro e último debate presidencial

Nem todos os mexicanos, porém, se incomodaram. O mexicano-americano Marco Gutiérrez, de 42 anos, fundador do grupo Latinos For Trump, ficou conhecido depois de declarar na televisão que, se não for construído um muro na fronteira, “haverá um caminhão de tacos a cada esquina” do país.

Denise Galvez, uma cubano-americano nascida em Miami que cofundou o grupo Latinas for Trump, defende o republicano “porque não é um político, não é comprado”. “É um homem de negócios, e eles sabem mais do que os políticos usar o bom senso para tomar decisões difíceis”, justifica.

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