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Eleição de Trump dá esperança a regimes conservadores no mundo

Na esperança de reconciliação com a ússia, Vladimir Putin é um dos primeiros a parabenizar o republicano

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postado em 10/11/2016 06:10

Maíra Nunes


A maior parte das nações amanheceu, ontem, atordoada em meio à surpreendente vitória do republicano Donald Trump à presidência dos Estados Unidos — o resultado contrariou às previsões da mídia e das pesquisas de intenção de voto. O tom dos governantes era de incerteza em relação às políticas internacionais adotadas pela maior potência econômica e política mundial a partir de 20 de janeiro. Entre os líderes conservadores, porém, o sucesso do magnata foi visto como uma esperança da “nova vertente conservadora.”

O presidente da Rússia, Vladimir Putin, se tornou um dos primeiros a cumprimentar o empresário. Além de parabenizá-lo por meio de um telegrama na manhã de ontem, o líder manifestou disposição em melhorar as relações bilaterais, abaladas durante o governo de Barack Obama. “Será um caminho difícil, mas a Rússia está disposta a fazer sua parte. Moscou deseja restaurar em seu conjunto suas relações com os Estados Unidos”, disse.

Protagonista da retirada do Reino Unido da União Europeia, o parlamentar independente Nigel Farage elogiou o norte-americano: “Entrego o manto a Donald Trump. Muitos parabéns. Você lutou uma brava campanha”. Já a premiê britânica, Theresa May, avalia que o país que representa tem uma “relação duradoura e especial, baseada nos valores da liberdade, democracia e empreendimento”. “Somos, e continuaremos sendo, sócios fortes e próximos no comércio, segurança e defesa”, reforçou.

As comemorações de setores conservadores encontraram eco também na França. Marine Le Pen, presidente da Frente Nacional (FN), de extrema direita, festejou o triunfo do republicano como um impulso para uma possível nova candidatura dela nas eleições do país em 2017. Ex-presidente do mesmo partido, Jean-Marie Le Pen tuitou: “Os americanos querem Donald Trump, o presidente do povo. Hoje, os Estados Unidos. França, amanhã!”.

 

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