SIGA O
Correio Braziliense

publicidade

Oposição síria pede apoio a Trump para acabar com "banho de sangue"

O conflito na Síria provocou mais de 300.000 mortes e o regime de Damasco foi acusado em várias oportunidades de cometer "crimes de guerra"

INFORMAÇÕES PESSOAIS:

RECOMENDAR PARA:

- AMIGO + AMIGOS
Preencha todos os campos.

postado em 10/11/2016 11:47

Beirute, Líbano -A oposição síria enviou uma carta ao presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, para pedir seu apoio e acabar com o "banho de sangue" na Síria, país devastado pela guerra há mais de cinco anos.

"Desejamos reforçar nossa coordenação com você para (...) encontrar soluções justas e rápidas à ameaça do terrorismo sob todas as suas formas e manifestações, especialmente o terrorismo de Estado cometido pelo regime sírio contra (seu) povo", escreveu Riad Hijab, coordenador do Alto Comitê para as Negociações (HCN) em uma carta dirigida a Trump na quarta-feira à noite.

Washington lidera na Síria uma coalizão internacional que bombardeia posições do grupo Estado Islâmico (EI) e fornece apoio militar a alguns grupos rebeldes que fazem oposição ao regime de Bashar al-Assad.

Depois de felicitar o presidente eleito, Hijab reiterou que os principais grupos da oposição confiam em obter seu apoio "para acabar com um banho de sangue entre os sírios e proteger os civis de forma eficaz".

O conflito na Síria provocou mais de 300.000 mortes e o regime de Damasco foi acusado em várias oportunidades de cometer "crimes de guerra".

Os rebeldes criticam o presidente Barack Obama por ser contrário a uma intervenção direta contra o regime.

Em uma entrevista ao jornal New York Times em julho, Trump criticou duramente a política "louca e idiota" de Barack Obama, que defendia uma transição política negociada com o regime ao mesmo tempo que liderava a coalizão antijihadista.

Damasco não reagiu oficialmente à eleição do candidato republicano, mas internautas pró-governo expressaram satisfação nas redes sociais.

Por France Presse

publicidade

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
a responsabilidade é do autor da mensagem.

publicidade