Secretário de Estado americano quer apagar extremistas da 'face da Terra'

Tillerson indicou, ainda, que Washington assumia "total responsabilidade" pelos vazamentos na imprensa americana de informações da investigação do ataque, que enfureceram os britânicos

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postado em 26/05/2017 14:52

O secretário de Estado americano, Rex Tillerson, visitou nesta sexta-feira a cidade de Londres para expressar sua solidariedade aos britânicos após o ataque de Manchester, e desejou "apagar" os extremistas da "face da Terra".



Tillerson indicou, ainda, que Washington assumia "total responsabilidade" pelos vazamentos na imprensa americana de informações da investigação do ataque, que enfureceram os britânicos.

"Nós condenamos e lamentamos o que aconteceu", disse Rex Tillerson, considerando que a "relação especial" entre Londres e Washington "superaria, sem dúvida, este incidente particularmente infeliz".

O chefe da diplomata dos Estados Unidos, em sua primeira viagem oficial ao Reino Unido, visitou o ministério das Relações Exteriores britânico e assinou um livro de condolências às vítimas do ataque de segunda-feira, que matou 22 pessoas e foi reivindicado pelo grupo Estado Islâmico (EI).

"Enquanto nosso amigo e aliado está de luto, a chama da Justiça queima ardentemente em nossos corações", disse o americano à imprensa depois de uma reunião de uma hora e meia com o seu colega britânico Boris Johnson.

 

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"Vamos repelir os terroristas e extremistas (...) devemos apagá-los da superfície da Terra", acrescentou. Padres, rabinos e "cada imã em cada mesquita devem condenar as almas daqueles que realizaram estes ataques", insistiu.

Enquanto o ataque na segunda-feira foi cometido por um jovem britânico de origem líbia, Salman Abedi, os dois chanceleres reconheceram que a integração das comunidades imigrantes pode ser acompanhada de dificuldades.

Os países ocidentais, disse Tillerson, devem encontrar uma resposta à sua "incapacidade de assimilar" algumas dessas populações, enquanto que para Johnson, os imigrantes "devem se tornar britânicos" e "aceitar os valores" da sociedade britânica.

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