Líderes do G7 concordam em manter sanções contra a Rússia

As nações concordaram em manter as sanções contra Moscou por sua interferência na Ucrânia até que as obrigações de um acordo de paz negociado em Minsk, em Belarus, sejam cumpridas

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postado em 27/05/2017 15:25

O Grupo dos Sete (G7) fechou hoje acordos sobre sanções contra a Rússia e sobre tratados globais, superando tensões sobre duas questões que ameaçaram colocar o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra os outros seis líderes globais.

As nações concordaram em manter as sanções contra Moscou por sua interferência na Ucrânia até que as obrigações de um acordo de paz negociado em Minsk, em Belarus, sejam cumpridas. Também estamos prontos para tomar mais medidas restritivas para aumentar os custos das ações russas", diz um comunicado preparado pelos sete líderes. 

O novo presidente da França, Emmanuelle Macron, receberá o presidente russo, Vladimir Putin na segunda-feira, em Paris, para a primeira reunião entre os dois líderes. "Falar com a Rússia é indispensável", disse Macron. "Há inúmeros problemas que não resolveremos sem falar com os russos, principalmente sobre a Síria". "Vou falar com ele sobre isso, sem concessões sobre a Ucrânia", acrescentou.

Sobre a política comercial, os líderes concordaram em "lutar contra o protecionismo", e apoiaram a autoridade da Organização Mundial do Comércio (OMC) nas regras de comércio globais. "Nós nos comprometemos em trabalhar juntos para melhorar o funcionamento da OMC, para garantir a implementação plena, transparente e efetiva de todas as regras da OMC por todos os membros", diz o comunicado dos líderes.

No Twitter, Trump escreveu que o G-7 está se esforçando para dar um fim a todas as práticas que distorcem o comércio. "Deixando agora a reunião do G-7. Tive ótimas reuniões sobre tudo, especialmente sobre comércio onde... 'nós pressionamos pela remoção de todas as práticas que distorcem o comércio... para promover uma verdadeira igualdade de condições'".

Trump se reuniu com os líderes do Reino Unido, Japão, Alemanha, França, Itália e Canadá durante o evento, mas não ficou claro o que ele quis dizer no Twitter. Fonte: Dow Jones Newswires.
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