Escola é processada após funcionários agredirem aluna com paralisia

Rosa tem comprometimento cognitivo, incapacidade comunicativa e deficiências físicas, e sofreu danos físicos emocionais e psicológicos com os acontecimentos

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postado em 08/11/2017 16:41 / atualizado em 08/11/2017 16:46

WXYZ/CNN


Uma escola na cidade de Ann Arbor, em Michigan, nos EUA, está sendo processada depois que a família de Rosa Smith, uma garota com paralisia cerebral, denunciou à justiça os abusos que um dos professores cometia contra ela. Segundo as acusações, funcionários da instituição passaram anos, derramando café quente na jovem, trancando-a por horas no banheiro e amarrando a boca dela com fita adesiva.


O silêncio de anos foi “quebrado” pela professora Nesa Johnson, que enviou uma imagem dos abusos para mãe da vítima. Rosa tem comprometimento cognitivo, incapacidade comunicativa e deficiências físicas, e sofreu danos físicos emocionais e psicológicos com os acontecimentos. “Não foram acidentes e houve abuso”, esclareceu advogado da aluna, Jonathan Marko, em entrevista ao canal Fox News.

De acordo com as investigações, as agressões acontecem desde 2004. “Nós podemos nos certificar de que ninguém mais está sendo abusado, e podemos impedir que o abuso ocorra. Se a escola tivesse cumprido seu dever legal há 10 anos, poderia ter impedido muita tortura que Rosa sofreu”, explicou Marko em coletiva de imprensa.

Em comunicado, a escola se pronunciou afirmando ter uma grande preocupação com os alunos. “Nós levamos muito a sério a saúde, segurança e educação de todos os alunos. Neste caso específico, a família não falou nada até um ano depois do acontecimento”, declarou.

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