Pentágono identifica lançamento de míssil norte-coreano

O ministro sul-coreano da Unificação afirmou que na terça-feira (28/11) sinais de atividade incomum foram detectados no país

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postado em 28/11/2017 17:00 / atualizado em 28/11/2017 18:03

Militares americanos detectaram a atividade do país, anunciou um oficial do Pentágono, marcando o primeiro aparente lançamento em meses.

"Aproximadamente às 13h30 (16h30 de Brasília) detectamos um provável lançamento de míssil da Coreia do Norte", declarou o porta-voz do Pentágono, coronel Rob Manning. "Estamos avaliando a situação e forneceremos mais detalhes assim que possível", acrescentou.



O míssil foi disparado na direção leste da província de Pyongan do Sul, de acordo com a agência de notícias sul-coreana Yonhap, que indicou que os militares sul-coreanos e americanos estavam investigando o caso.

 

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O ministro sul-coreano da Unificação afirmou que na terça-feira (28/11) sinais de atividade incomum foram detectados na Coreia do Norte. A Coreia do Norte provocou alerta internacional sobre seu programa de mísseis nucleares proibido, mas não realizava um teste desde 15 de setembro, aumentando a esperança de que as sanções tivessem causado impacto.

 

O presidente americano, Donald Trump, foi informado sobre o teste enquanto o míssil ainda estava no ar, declarou a Casa Branca nesta terça-feira.

Trump estava visitando o Congresso no momento do lançamento e "foi informado, enquanto o míssil ainda estava no ar, sobre a situação na Coreia do Norte", segundo a secretária de imprensa, Sarah Sanders.

 

O presidente discursará na Casa Branca nesta terça-feira (28/11), informaram fontes oficiais. A Casa Branca informou que Trump falará às 15h00 (18h de Brasília) do Salão Roosevelt, na sede do Executivo americano, mas não deu detalhes sobre os assuntos que ele abordará.

 

Os militares sul-coreanos organizaram um exercício de "ataque preciso" de mísseis como resposta, noticiou a agência de notícias Yonhap, também citando o JCS.

Os Estados Unidos anunciaram na semana passada novas sanções aos navios norte-coreanos, aumentando a pressão sobre Pyongyang para abandonar seu programa de armas atômicas.

Pyongyang condenou a ação como uma "provocação séria", advertindo que as sanções nunca dariam resultado.

Em setembro, a Coreia do Norte realizou seu sexto e mais poderoso teste nuclear e preparou um lançamento de mísseis de alcance intermediário sobre o Japão.

 

 

 

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