Moto e estrada: tudo o que você precisa saber pra viajar por aí



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postado em 26/08/2016 11:20 / atualizado em 26/08/2016 18:42

 

Se você sonha em viver grandes aventuras, conhecer lugares novos, fazer amigos e passar por experiências radicais, se imagine na seguinte situação: vestindo uma jaqueta de couro, ao subir em uma moto bem equipada, com apenas o necessário na mochila para encarar as surpresas da estrada, pronto para acelerar por aí. Gostou? Então conheça um pouco mais sobre o motociclismo e o que ele tem a oferecer para quem quer ter histórias para contar. Nessa matéria, vamos explicar como funciona a comunidade de motociclistas e o passo a passo para realizar suas próprias viagens de moto.

Mas, o que é motociclismo?
É um estilo de vida, de quem encara a moto como um prazer, hobby e diversão. Mas quem pensa que basta pilotar uma moto para ser considerado motociclista, está muito enganado. É preciso estudar sobre legislação, sinalização, pilotagem defensiva e segura e manutenção preventiva da moto, além de se preocupar com o respeito às leis de trânsito e o uso adequado de equipamentos de segurança. O presidente da Associação Brasileira de Motociclistas (ABRAM), João Antônio Polino, 51, declara “nosso lema na Abram é que independente da marca ou cilindrada da sua motocicleta, sua atitude no trânsito que dirá se você é um motoqueiro, aquele que anda de moto, ou motociclista, aquele que conduz a motocicleta.” Quem se interessar, pode encontrar esse conteúdo no site da ABRAM (http://abrambrasil.org.br/), que atualmente está fora do ar, mas espera-se que volte na próxima semana.

 

 

Existem três tipos de motociclista: os usuários, que utilizam a moto como meio de locomoção, para se deslocar da casa para o trabalho e voltar; os esportistas, que a usam para a prática de esportes regulamentados; e por fim os estradeiros, que viajam sozinhos, praticando mototurismo, ou formam grupos, os motoclubes ou motogrupos, para viajar e se aventurar nas estradas. Os últimos são ainda identificados em três subgrupos, sendo práticos aqueles com motos de até 250 cilindradas; apreciadores o que possuem motocicletas de até 600 cilindradas e apaixonados os que aceleram com mais de 600 cilindradas.


Como faz para participar?
O Distrito Federal tem atualmente 53 motoclubes e motogrupos registrados na ABRAM e suas informações de membros, localizações e contatos podem ser acessadas nessa lista. Para se associar é muito fácil: em alguns casos basta conhece-los, se identificar com o grupo e manifestar o desejo de participar. “Você começa a rodar com eles e depois de um período, algumas aventuras e boas emoções, será oficialmente inserido no grupo”, explica o presidente da Associação. Em outros casos, as novas adesões dependem de um convite de um membro oficial e aprovação do grupo.


É possível também criar e registrar o seu próprio grupo, basta montar um estatuto, criar um emblema em patch, bordados próprios para serem colados em roupas e acessórios, para representar sua origem e, por fim, registrar na ABRAM. “É importante lembrar que o que está registrado é o que vale: se você tem um grupo há 10 anos, mas não registrou e outro grupo passou a usar seu nome, registrando, é o dele que tem os direitos”, alerta João Antônio. As concessionárias também procuram dar apoio aos proprietários, formando grupos que representam os usuários, estimulando a realização de eventos, viagens e mobilizando uma colaboração mútua.

 


Escolha a moto ideal para suas viagens
Ter uma moto possui certas vantagens, como economia de tempo e dinheiro, mais agilidade no trânsito, manutenção fácil e barata que você mesmo pode realizar, além de também proporcionar emoção, aventura e uma enorme sensação de liberdade. Mas é preciso ter calma na hora de escolher um veículo para pilotar, pois é necessário se sentir bem, confortável e também ter domínio na direção. Alexandre Fagundes, 54, comprou sua primeira moto em 1982, quando recebeu o primeiro salário: “Eu tenho um irmão cinco anos mais velho e quando ele fez 18, meu pai deu uma moto para ele. Eu aprendi a andar nela e me apaixonei”, conta. Ele andava de moto pela cidade mesmo e fazia pequenas viagens, de Brasília até Goiânia por exemplo, mas foi só com 50 anos que aprendeu um pouco mais sobre pilotagem e começou a viajar pelo sul do país. "É preciso conhecer a moto antes de comprar, saber se você vai se adaptar, se vai ficar confortável e se vai ter a habilidade necessária para pilotar", indica, pois quanto maior a moto, maior domínio do piloto ela exige.


 

Oswaldo Fernandes Jr. é diretor de mototurismo da Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) e já viajou de moto por mais de 20 países, incluindo trajetos como Alaska, 7 mil quilômetros de estrada nos Estados Unidos, passando pela rota 66, e de Marrocos até a Argélia, passando pelo deserto do Saara. Ele explica que "viajar, teoricamente você consegue fazer com todas", mas que para cada viagem há um tipo de moto mais adequada, e ela varia em função da dificuldade, da aventura, do tempo de viagem, da altura e ergonomia do piloto, da velocidade do cruzeiro e do tipo de estrada. Além disso, o gosto pessoal de cada um, assim como o poder aquisitivo, são variantes importantes na seleção da motocicleta.


 

As motos Custom, por serem motocicletas de centro de gravidade mais baixo, guidons largos, pneus largos e com uma suspensão mais para asfalto, são as mais indicadas para viagens curtas e médias em estradas com boa manutenção. Uma alternativa, que atende à maior variedade de viagens com autonomia e ergonomia boas, são as Big Trail: motos de aventura, que suportam maior carga, que possuem um maior número de quilometragem rodado por litro e são as mais indicadas para longas viagens, “de 10 mil km em 20 dias por exemplo", explica.


 

Os modelos Touring e Sport Touring também são bastante indicados para viajar. Elas são muito confortáveis, com grande capacidade de malas, maior autonomia e andam mais em termos de velocidade. Além disso, possuem grande quantidade de dispositivos tecnológicos como freio ABS e controle de tração. Para quem não possui muito dinheiro e mesmo assim quer investir em uma motocicleta para viajar, os modelos Standart são bastante adaptáveis e são compatíveis com os acessórios necessários para viajar, que são banco para touring, para-brisas, alforjes, bagageiro e encosto de garupa.


O que é preciso para viajar de moto?
Primeiramente, é recomendado fazer alguns cursos de pilotagem, primeiros socorros e também de mecânica. A viagem é bem diferente de um trajeto de carro e a primeira coisa que impacta é que os mecânicos na beira da estrada sabem trabalhar com carros muito bem, mas não possuem o mesmo conhecimento quando se trata de motos, principalmente as maiores. Habilidade e domínio da motocicleta também são essenciais, assim como ter uma noção de como se comportar em casos de acidentes e imprevistos.


Quando chegar o dia da viagem, é preciso estar bem fisicamente, ter dormido bastante e não estar tomando nenhum remédio que possa tirar atenção do piloto. Também não se pode ter pressa para chegar ao destino e tomar muito cuidado para a viagem não se tornar uma maratona, pois, cansado, o motorista perde seus reflexos e o trajeto passa a se tornar algo desconfortável e muito perigoso. "A pessoa não pode ter pressa, tem que ir curtindo a estrada, a sensação de liberdade que a moto traz”, declara Alexandre. Se estiver cansado, pare imediatamente e não faça grandes refeições na estrada, pois o processo digestivo desvia o uso de energia e gera um pouco de sono. Uma dica do estradeiro é parar para conversar com outros motociclistas no caminho: “existe uma irmandade, você encontra outro motociclista como se já se conhecessem, chega cumprimentando e já recebe dicas de estrada, passa sua experiência e é uma troca bem bacana”, conclui.


 

Ano passado, Alexandre realizou sua primeira viagem sozinho, para a Serra Gaúcha, e explica as diferenças entre ir em grupo e desacompanhado: “quando você está em grupo tem que ser bem organizado, planejar todas as paradas, onde vai dormir, seguir horários e fazer reservas com antecedência. Não tem como chegar de surpresa em um hotel, acompanhado de 80 pessoas”, brinca, “sozinho se tem muito mais flexibilidade para ficar mais tempo nos lugares ou fazer desvios, você acaba aproveitando mais”, completa. Além disso, para se viajar em grupo é preciso ter técnica e treinar bastante, há uma distância específica entre cada moto, uma linguagem de sinais que o líder do grupo faz, tem técnica de ultrapassagem e abastecimento. O lado bom é que é bem mais seguro, pois um grupo de 20 motos é fácil de se enxergar e, se houver algum problema, o piloto conta com a ajuda e conhecimento de todos.

Como planejar a Viagem?

 


O primeiro passo é definir o roteiro, programando uma distância máxima de 500 a 600 quilômetros por dia, para que você saia de dia e chegue de dia no lugar em que vai pernoitar. É necessário fazer paradas de 20 min a cada 150 km, no máximo, para comer e fazer um alongamento.


Em seguida é preciso escolher os hotéis e postos em que vai parar, fazendo sempre um plano A e B. É importante verificar os postos na estrada, parando sempre em bandeiras conhecidas, para não correr o risco de abastecer com gasolina adulterada ou de má qualidade. Aplicativos de celular como Google Maps e Street View ajudam nessa parte.


Separe as coordenadas geográficas das suas paradas, para colocar no GPS da moto e tornar a viagem mais segura e confiável.
Separe o dinheiro que vai usar no percurso, sabendo que por dia são gastos em média: R$250 com diária de hotel, R$150 de gasolina e R$100 de alimentação.

A empresa OMNO Motocycle Company Support realiza um curso aberto em São Paulo sobre gestão estratégica para planejamento de viagens e expedições de motocicleta. São dois dias de treinamento sobre como preparar a rota, desenvolver e executar de forma segura as viagens de moto. São utilizadas estratégias de gestão empresarial e itens de planejamento estratégico como SWOT, 5S, 5W e 2H, só que voltados para mototurismo.


O primeiro dia consiste na parte teórica, em que os alunos desenvolvem o roteiro, criam os programas, selecionam pontos turísticos, os pontos de maior segurança na estrada, pontos de abastecimento, calculam trechos, desenvolvem pontos de pernoite, planos alternativos e pontos de apoio. Com essas informações, cria-se um documento chamado Road Book, que é simulado no dia seguinte na estrada.


A próxima data do curso é em dezembro, em função das pessoas quererem viajar nas férias. Porém, grupos fechados a partir de 14 pessoas interessadas podem solicitar o serviço em qualquer cidade do Brasil. O telefone para contato é (11) 4421-4746.


O que levar?

 


É importante que o motociclista esteja preparado para todos os tipos de imprevistos na estrada, então é preciso ter roupa de pilotagem para verão, roupa de pilotagem para inverno, roupa de pilotagem para chuva, equipamentos de proteção como botas, luvas, jaquetas, protetores de coluna e ombros, cotoveleiras, joelheiras e capacetes apropriados para viagens. “Tem muita gente que não usa, mas é esse equipamento que faz você se machucar o mínimo possível”, afirma Alexandre, “nos dias de hoje também é bom usar protetor de pescoço, é bastante desconfortável, mas te protege do cerol”, completa. É bom que o material seja refletivo, para usar de noite e aumentar a visibilidade.

 

A moto tem um espaço bastante limitado, então é preciso levar roupas fáceis de lavar e secar, além de serem de tecidos que não ocupem muito espaço. Para o frio, ter uma segunda pele é essencial, assim como dois pares de luvas. Alexandre costuma levar duas calças jeans, cinco ou seis camisas, uma cueca para cada dia, um kit banho com vidros pequenos e uma bolsa vazia para colocar a roupa que suja na estrada. “Tem gente que vai lavando no caminho, mas nunca seca direito, eu prefiro lavar quando chego no meu destino”, revela. As botas devem ser impermeáveis, é fundamental que o piloto não molhe os pés, para que não sinta desconforto e nem frio enquanto dirige.


É bom levar também um kit de ferramentas, um de peças e um de pequenos reparos, óleo, velas, lâmpadas e fusíveis. A moto também precisa ser equipada com malas, pneus de qualidade e GPS. Não pode deixar de fazer uma revisão geral antes de partir para qualquer aventura. O piloto também deve deixar o localizador do celular ativado para que a família acompanhe mais ou menos onde ele está e saiba como agir em caso de qualquer emergência. Oswaldo lembra que cada país possui uma regulamentação diferente para a entrada de veículos e que é importante se informar antes de viajar. “Exigem documentações específicas, seguros diferentes, documentos pessoais e que a moto esteja no nome do proprietário”, explica.

 

Sugestão de roteiros

 


Vá até Ribeirão Preto passar uma noite no bar de motociclistas da cidade e siga em direção à Curitiba, passando por uma serra chamada Rastro da Serpente: 300 km de serra com muitas curvas. “Uma coisa muito legal de moto é curva. Quanto mais sinuoso o trajeto, mais gostoso de pilotar”, explica Alexandre.


Viaje o litoral de Santa Catarina, passando pela Serra do Rio do Rastro, em seguida tem uma cidadezinha muito bonita e logo depois o Morro da Igreja. O interior desse estado é muito bonito e as estradas são muito boas.


A Serra Gaúcha também é fantástica para passeios de moto, por ter muitos roteiros, estradas boas, restaurantes bacanas e lugares bonitos.
Em Curitiba, a Serra da Graciosa é muito bacana de pilotar.
Rotas que passam pelo Chile, Uruguai e Argentina são muito bonitas.
Rota 66 nos Estados Unidos é um ponto obrigatório para todo motociclista


Obs.: "Os grupos do centro-oeste gostam mais de ir para o sul, poucos são os que sobem mais que Vitória, no Espírito Santo, justamente pela qualidade das estradas. Em um trecho ruim, tem que ficar muito mais atento, e o risco é bem maior, um buraco pode causar um acidente”, explica Alexandre.


Dicas de Segurança

 


O Policial Rodoviário Federal Anderson Poddis, 40, escreveu uma lista com 9 cuidados que todo motociclista deve ter na estrada:
Você sempre estará mais vulnerável: Não adianta teimar com as leis da física, se você se envolver em uma colisão com um automóvel, ônibus, caminhão, poste ou barranco, a probabilidade de você se ferir sempre será mais alta.


Você sempre estará menos visível: No trânsito, você só está mais visível do que os pedestres e ciclistas. Tenha isso em mente antes de realizar manobras.


Você está em um veículo, sendo assim, na via, ocupe o espaço destinado a um veículo, evitando transitar entre as filas de carros ou próximo ao bordo da via. Deslocamentos laterais são comuns no dia a dia do trânsito. Como o pavimento das vias brasileiras costuma ser irregular, qualquer buraco pode exigir de outros condutores aquele “toquezinho” para o lado e, se você estiver ao lado desse veículo, as chances de um acidente grave são enormes.


Transportar crianças somente se forem maiores de 7 anos: Além da idade mínima, a criança também deve ter condições de cuidar da sua própria segurança.


A correta calibragem dos pneus da sua moto impacta na sua durabilidade, segurança e no consumo de combustível.
Se ligue! A “lei do farol” já está em vigor.


Conheça a sua moto: como ela se comporta nos diferentes tipos de pavimento, como reage às manobras, à aceleração e à frenagem. Ao conhece-la, você conseguirá prever seu comportamento e assim tomar a melhor decisão no menor tempo possível.


Fuja das zonas de pontos cegos de automóveis, caminhões e ônibus: Infelizmente, os veículos possuem algumas zonas conhecidas como pontos cegos, onde o condutor não consegue visualizar através dos espelhos retrovisores. Ao manter uma boa distância de segurança, você estará longe desses pontos e, mantendo seu farol aceso, se fará visível. Ao realizar ultrapassagens, lembre-se de que, em algum momento, você passará por esses pontos. Sendo assim, realize a manobra somente quando necessário, saindo completamente para a outra faixa, mantendo distância lateral do veículo.


Saiba acelerar, mas também saiba frear%u037E Algumas motos costumam ter mais “personalidade” do que outras. Se você já está acostumado com a resposta ao acelerador, lembre-se que, em algum momento, você pode ser obrigado a diminuir repentinamente a sua velocidade. Os freios ABS são mais seguros, mas uma boa dica é frear como se não tivesse esse sistema. Aprenda a utilizar o freio dianteiro e o traseiro, mantendo sempre a atenção voltada à parte traseira da sua moto durante a manobra de frenagem.


Motociclismo também é atividade para elas
Cristiane Tymburibá Sade, 48 anos, trabalha na Caixa Econômica Federal, nasceu em Barbacena, Minas Gerais, e tem 1,52m. Ela sempre achou que não existia uma moto para o seu tamanho, até que seu cunhado lhe apresentou uma motocicleta mais baixa, que a irmã dele usava. Esperançosa, entrou em vários sites de anúncios e vendas e localizou um modelo igual em Brasília. Não deu outra, comprou e logo em seguida tomou as providências para tirar a carteira.


Após dois meses habilitada, sua irmã ligou de Belo Horizonte avisando que tinha achado outra moto que dava para o tamanho dela, bem melhor do que a que estava usando anteriormente. Sem pensar duas vezes, encomendou uma para retirada em São Paulo, pegou um avião, comprou a moto e no dia seguinte já estava viajando para Campos do Jordão, junto com um motogrupo de São Paulo. Isso foi no dia 2 de novembro de 2006 e desde então não parou de pilotar. Hoje ela é Road Capitan e Officer das Ladies of Harley, do HOG (Harley Owners Group – Grupo de donos de Harleys) Brasília Chapter e já recebeu o prêmio de mulher motociclista que foi mais longe pilotando sua própria moto nos encontros de Porto Murtinho, na divisa do Mato Grosso do Sul com o Paraguai em julho de 2007 e Blumenau em agosto de 2007. Quando foi a Punta Del Leste, em dezembro do mesmo ano, recebeu o prêmio geral, entre homens e mulheres, de motociclista que foi mais longe.


 

Até hoje, ela percorreu cerca de 172 mil quilômetros, passando por Serra do Rio do Rastro, Penedo (RJ), Porto Murtinho (MS), São Paulo, Campos do Jordão, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto, Belo Horizonte, Blumenau, Curitiba, Uruguai, Chile, Argentina e Estados Unidos. Cris nunca sofreu preconceito de outros motociclistas por ser mulher e acredita que todos são grandes parceiros, sempre muito solícitos. Uma dica que ela dá para as mulheres que sonham em se aventurar sobre duas rodas é “arrependa-se do que fez, jamais daquilo que não fez. Sua alma é livre, viva essa liberdade, viva a vida plenamente”. A maior dificuldade da motociclista é encontrar motos adequadas ao seu tamanho: rotas em locais de areia, por exemplo, ela ainda não consegue fazer, por não ter encontrado um veículo compatível.


Imersão cultural
Quer se inspirar um pouco para tomar coragem de viver suas próprias aventuras?
Então não deixe de conferir:


Filmes
Easy Rider


Wild Hogs – Motoqueiros Selvagens

 

Diários de Motocicleta


Choppertown: The Sinners


Biker Boyz – Corridas Clandestinas

Road to Paloma
 

Reza à lenda

 

Livro
“Ghost Rider – A Estrada da Cura”, de Neil Peart

 


Neil Peart, baterista da banda de rock Rush, escreveu esse belo relato de um dos momentos mais dolorosos de sua vida. Após perder mulher e filha, ele parte em busca de autoconhecimento em uma viagem de moto sem destino. O livro tem uma narração sensível que mistura a dor, o luto, e ao mesmo tempo a liberdade sobre duas rodas, que pode mudar a vida de um homem que viaja sozinho em busca de si mesmo. Essencial para os amantes das motocicletas que compreendem a mudança de vida que pode acontecer quando se está sobre uma moto.

 

 


Blogs

 


http://www.rockriders.com.br/
http://viagemdemoto.com/
https://motordomundo.wordpress.com/
http://www.mototuristas.com.br/

Tags: brasiliahd
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Valter
Valter - 31 de Agosto às 16:25
Sua vida é dividida entre o "antes" e o "depois" de viajar de moto. Lembrando sempre que na maioria das vezes não é o destino final, mas a "viagem" o que realmente interessa. A Felicidade não está no destino, mas na Viagem"-Autor desconhecido, mas sábio