Cinco mães dão dicas de presentes que gostariam de ganhar no dia delas

Mulheres de diferentes estilos compartilham os desejos para a data e relatam experiências marcantes proporcionadas pela maternidade

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postado em 29/04/2016 16:05 / atualizado em 29/04/2016 16:27

Minervino Júnior/CB/D.A. Press


A pouco mais de uma semana do Dia das Mães – celebrado, este ano, em 8 de maio – é hora de começar a pensar em como presenteá-las. Para ajudar nessa decisão, cinco mulheres com estilos diferentes contam o que gostariam de ganhar na data comemorativa e aproveitam para compartilhar as experiências pessoais com a maternidade. Da organização para cuidar de sete filhos à serenidade necessária para se tornar também uma companheira de todos os momentos, elas relatam o que mais prezam nessa tarefa diária. Confira as dicas e inspire-se!

Minervino Júnior/CB/D.A. Press


Apaixonada por esporte
O esporte é uma das grandes paixões da publicitária Ana Seidl, 52 anos. Cheia de energia, essa é uma das formas que ela encontra de extravasar toda a animação e de manter o equilíbrio e a saúde. A mesma harmonia é levada à relação com as duas filhas Luísa, 20, e Laura, 16. A mais velha estuda ciência política no Canadá. A caçula está no fim do ensino médio e também pretende se mudar para fora do país.

As três compartilham cada vitória e desafio independentemente da distância. O coração da mãe fica repleto de tranquilidade, confiante na capacidade das filhas. “Eu acho ótimo, porque agora eu é que vou visitá-las”, comemora. O segredo da boa relação é a conversa, e sobre todos os assuntos possíveis. “Eu sempre acredito que se você faz as coisas conversando contribui para que problemas não aconteçam”, diz. Quem também rouba um pouco do carinho de Ana são os cinco cães que ela cria, das raças labrador e golden, além de dois sem raça definida.

Ana foi maratonista e, depois de um tempo, migrou para a bike. Em 2014, descobriu o CrossFit e se encantou. Em pouco tempo já se sentia em casa. “Eu nunca deixei de praticar esporte. Eu tenho muita energia. Se eu deixo de fazer um ou dois dias já sinto falta.” No ano passado, participou do campeonato on-line mundial The CrossFit Games Open, alcançando o 2º lugar no Brasil e o 6º na América Latina na faixa etária de 50 a 54 anos. Este ano, ficou na 4ª colocação nacional e na 8ª no continente. O envolvimento com o esporte fica claro nos presentes que ela deseja para este Dia das Mães: tênis e roupa de malhar. Como complemento, um belo vestido para sair depois do treino.

Avanzzo, Nike e Track&Field/Divulgação


Minervino Júnior/CB/D.A. Press


Sempre conectada
A artista Betty Bettiol, 74 anos, está sempre por dentro das inovações tecnológicas. Usou um dos primeiros computadores fabricados pela Apple, o Apple II Plus, lançado quase 40 anos atrás. O equipamento era simples e sofisticado. “O teclado nem maiúscula tinha e o monitor era monocromático”, descreve. Ela lembra que, na época, o MAC normalmente vinha com 48 KB de memória – o equivalente a um arquivo com cerca de cinco páginas no Word atualmente. “Nele, produzi as primeiras gravuras abstratas e geométricos”, recorda. “Não existia o Windows, nem a internet. Hoje, até um micro-ondas tem mais memória.”

Pioneira, Betty e o marido chegaram à capital em 1962. Os filhos Luiz Antônio, 52 anos, Luiz Alberto, 53, Luiz Renato, 45, e as três noras também moram em Brasília, assim como os oito netos, que enchem a avó coruja de orgulho. “Nunca existiu o castigo e nunca fui muito severa. Eu sempre fui amiga das crianças, sou até hoje. Eu quando eu dava uma bronca era rindo, ninguém me levava a sério”, conta.

Eles com certeza vão acertar em cheio no presente se apostarem no lado tecnológico de Betty e escolherem um tablet para que ela se mantenha sempre conectada. De resto, a lembrança que a matriarca espera levar desse e dos próximos dias das mães é bom relacionamento dos filhos, desejo que ela estende a todas as outras mulheres. “A união e a harmonia entre os filhos é o que traz a felicidade para a mãe.”

iPlace/Reprodução Internet


Minervino Júnior/CB/D.A. Press


Amiga e companheira
A dentista Fabiana Gonzaga, 31 anos, preza por amizade, companheirismo e lealdade na relação com o filho, Davi, de dois anos e meio. “Antes de ser mãe, eu quero ser a melhor amiga do Davi. Acho que uma coisa complementa a outra. Eu o crio nesse sentido. É algo que nós temos hoje e que eu quero ter para a vida inteira”, diz.

O trabalho como autônoma permite que ela reserve um turno só para ficar com o pequeno e fortalecer esses laços. A experiência de ser mãe, na visão dela, é a confirmação de todos os clichês de que se ouve falar. “A maternidade, para mim, é a melhor coisa que aconteceu na minha vida”, garante. “Todo dia é Dia das Mães para mim, porque todo dia ele me ensina, e é maravilhoso, com novas descobertas”, completa. Os passeios dos dois são quase sempre ao ar livre. Ele adora ir ao Parque da Cidade, curtir o lago no Pontão e, quando é possível, a família reserva um tempo para ir à praia e aproveitar o sol, o mar e a areia.

Fabiana é uma mãe estilosa. Dá para perceber de longe os cuidados com a beleza. O cabelo bem cuidado, maquiagem marcante, tatuagens e roupas e acessórios escolhidos minuciosamente. Na hora de escolher os presentes, não há dúvidas. Bolsa e sapato de couro, muito sofisticados, e uma máquina de café.

Osklen e Nespresso/Divulgação


Minervino Júnior/CB/D.A. Press


Amor multiplicado por sete
Julyana Mendes, 39 anos, tem sete filhos. O primeiro veio de maneira inesperada, quando ela tinha 17 anos, mas só a notícia de que Pedro Henrique, hoje com 21 anos, estava a caminho já foi suficiente para despertar o instinto materno. Um pouco depois, vieram Luís Felipe, 12, e João Eduardo, 9. A vontade de ter uma menina levou Julyana a fazer tratamento para engravidar novamente. Aí chegaram as marias. As trigêmeas Maria Eduarda, Maria Carolina e Maria Fernanda, de 7 anos, encheram a casa de alegria. Mais tarde, ela se casou outra vez e o companheiro atual não tinha filhos. Veio Maria Beatriz, hoje com 10 meses, e trouxe uma nova experiência de maternidade.

A história é longa, assim como a agenda de Julyana, que faz questão de manter o planejamento rigoroso, para que tudo se encaixe: tempo para cuidar dos filhos, momentos de atenção exclusiva com cada um deles, malhação três vezes por semana e períodos para cuidar da beleza ou sair com as amigas. Há aproximadamente dois anos, ela, que é engenheira civil, sentiu a necessidade de deixar a carreira na empresa da família para se dedicar exclusivamente aos filhos. “Eu me preocupo muito em prepará-los para serem adultos felizes, e percebi que eu precisava estar em tempo integral com eles”, conta.

Com o objetivo de compartilhar essa experiência com outras mães, posta orientações e aprendizados em diversas redes sociais. Só no Instagram, são mais de 87 mil seguidores. Também dá palestras sobre o tema. “Eu percebi a necessidade de desmitificar a mãe ideal, porque ela não existe. Existe a mãe real, que tem vontade de chorar e de ter uma folga de filho. Ela não se torna uma mãe ruim por causa disso”, observa. E destaca ainda a importância de contar com ajuda, no caso dela, além do marido, a mãe também é uma super-avó e contribui muito na criação dos netos. “Eu acho que a gente não precisa dar conta de tudo. Não é assim nem com um, quanto mais com sete. Você precisa ter um momento para você.”

Os presentes que ela gostaria de ganhar têm tudo a ver com essa rotina, que inclui cuidados com a família e com ela mesma. Camisas com botões, para facilitar a amamentação; peças para decorar a mesa de casa; e sapatilhas confortáveis para andar o dia inteiro sem machucar os pés – os modelos disponíveis também em versão para crianças, com o mesmo estilo para mães e para filhas, dão um toque ainda mais especial.

Animale, Camicado e Capodarte/Divulgação


Minervino Júnior/CB/D.A. Press


Entre a exigência e o mimo
Márcia Costa Azevedo admite de pronto: é uma mãe mandona. A voz suave e a delicadeza ao falar da prole, no entanto, entregam o verdadeiro estilo de maternidade que segue. “Eu me derreto. Faço tudo o que eles querem. Tudo o que está ao meu alcance”, confessa. “Eu não posso dar carros de luxo, viagens para a Europa. Eu posso dar estudo de qualidade. É esse tipo de mãe que eu sou”, afirma. Além de fazer questão de garantir o estudo dos filhos, Rafael, 29, e Fábio, 19, ela cozinha os pratos favoritos de cada um. E, é claro, as preferências são distintas, por isso, é preciso intercalar. Um dia, serve macarrão com linguiça, prato preferido do Rafael. No outro, o menu é nhoque, massa que conquista o paladar de Fábio.

Servidora pública há mais de 30 anos, ela afirma que hoje é bem mais fácil conciliar trabalho e maternidade. Também foi possível perceber a diferença entre uma gravidez e outra, principalmente por causa do longo período que se passou entre cada uma delas. “Meu primeiro filho foi completamente diferente do segundo, pela diferença de idade entre eles e a minha também”, relata. As descobertas foram diferentes em cada momento e até os avanços tecnológicos mudaram a forma de ser mãe ao longo do tempo. “Eu costumo dizer que tenho dois filhos únicos”, brinca.

Em casa, o Dia das Mães quase sempre é sinônimo de festa dupla. Este ano, a comemoração deve ser marcante, pois cai justamente no dia em que Márcia completa 51 anos. Ela sabe que provavelmente vai ter que ir para a cozinha preparar o almoço, mas a reunião e a festa com a família recompensam o esforço. Para essa celebração especial, ela espera ganhar alguns dos itens de que mais gosta: sapato, óculos de sol e bolsa.

Sunglass Hut, Arezzo e Enjoy/Divulgação


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Ana
Ana - 30 de Abril às 18:50
kd as mães que acordam cedo que ganham pouco que são de classe baixa ou média!????????
 
Jean
Jean - 29 de Abril às 16:37
Dia das mães é todo dia, o melhor presente para a mãe é o amor dos filhos o respeito a compreensão para quem está presente em todos os momentos da vida dos filhos.