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Cursos técnicos são uma ótima forma de começar a investir na carreira

Nível técnico é voltado para o mercado de trabalho e foca em uma área de atuação específica, enquanto uma faculdade fornece uma visão mais geral sobre todas as áreas que o curso contempla

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postado em 11/11/2016 12:06 / atualizado em 11/11/2016 17:12

Divulgação/Senai

 

Apesar de o Brasil ter uma cultura educacional na qual o ideal é se formar no ensino médio e logo prestar vestibular para uma graduação de ensino superior, nem sempre essa é a melhor opção. O mercado de trabalho precisa muito de profissionais de nível técnico e não há tanta mão-de-obra qualificada para assumir cargos que exigem esse conhecimento; enquanto isso, os empregos voltados para profissionais de nível superior estão saturados, o que aumenta o nível de desemprego e dificulta a estabilidade profissional de quem tenta se inserir no mercado por esta porta. Se você acabou de se formar no terceiro ano e ainda não sabe que curso escolher, ou está cansado de passar vários meses estudando para uma prova e não conseguir passar, talvez seja interessante fazer um curso técnico.


Quais são as vantagens?

Engana-se quem pensa que um técnico é apenas um operador, pois ele tem conhecimento para fazer vistorias, identificar problemas e sugerir soluções, além de ser treinado para trabalhar em equipe e com proatividade. A grande diferença para a graduação de nível superior é que o nível técnico é mais voltado para o mercado de trabalho e foca em uma área de atuação específica, enquanto uma faculdade fornece uma visão mais geral sobre todas as áreas que o curso contempla, assim como as relações entre elas. Desta forma, ter uma formação técnica deveria ser visto como a principal especialização para quem deseja voltar-se para o mercado e não para o conhecimento científico. É um jeito mais rápido e barato de identificar qual é a área do mercado com a qual mais se identifica e começar a trabalhar logo cedo.

 

Se for o caso de ainda desejar fazer uma graduação de nível superior, empregado fica mais fácil pagar a faculdade ou um cursinho de qualidade, que garanta uma aprovação mais rápida. Além de ser mais barato e ter menor duração, entre 12 e 18 meses, os materiais também são mais em conta e a aceitação é garantida pelo Recursos Humanos das empresas. Facilita também a formação de carreira, pois a grande maioria das empresas entende que é muito mais caro contratar alguém de fora para um cargo de gerência, devido a treinamento, seleção e recrutamento que demandam grandes quantias de dinheiro, do que promover alguém que já é da casa. O salário inicial varia de R$ 1.500 a R$2.500, mas estar sempre aperfeiçoando o conhecimento com novos cursos pode render, em 10 anos, um salário garantido de até R$ 6.400 em promoções e aumentos.

 

Sergio Endrico Ferreira Lima/Arquivo Pessoal
Sergio Endrico Ferreira Lima, 36 anos, queria trabalhar, mas qualquer coisa não servia, era preciso ter uma profissão. Então, fez o curso de serralheiro do SENAI na época em que a profissão estava em alta: “achei ótimo, foi o que me fez ser um empresário hoje. Além de me dar uma profissão, me fez ser uma pessoa de visão”, afirma. Assim que terminou o curso, começou a estagiar com aço inoxidável e procurou se especializar em ser um soldador de solda SIG. “Me lembro dos professores falando que em tudo tínhamos que fazer o melhor e aproveitar todas as oportunidades”, completa, então, quando se tornou um soldador profissional, decidiu abrir seu próprio negócio. Hoje, Sergio tem uma microempresa, a Brilhinox, com pouquíssima concorrência qualificada e que é referência em todo o país nos produtos em que se especializou.

 

Possibilidades de mercado

Divulgação/Senai
A Maria Gricélia de Melo, 49 anos, Diretora de Operações do SESI/SENAI, explica que “quem já faz algum curso da instituição focado em uma carreira e se identificando com uma área tecnológica, em dois ou três anos consolida sua imagem no mercado.” Muitas vezes, os alunos já estão empregados antes mesmo de concluir o curso e 72% dos graduados pela instituição são contratados. Os outros 28% acabam por preferir aperfeiçoar seus conhecimentos na universidade, optam por fazer outro curso técnico para achar uma área com a qual se identificam mais ou decidem entrar no ramo do empreendedorismo.

 

O grande diferencial dos cursos é o viés voltado para a formação de carreira, assim como a preocupação de interligar teoria e prática, usando laboratórios especializados e constantemente atualizados de acordo com as exigências do mercado. As áreas com maior demanda nacional são construção civil, elétrica, automação e logística. No Distrito Federal, tecnologia da informação, energias renováveis e automobilística também são muito procuradas.

 

A Diretora de Operações do SENAI afirma ainda que para garantir o sucesso é preciso combinar a área de interesse com a área de crescimento no lugar onde mora, “por exemplo, se você é uma pessoa que gosta de tecnologias da informação e as grandes empresas do seu bairro são voltadas para construção civil, busque se aperfeiçoar em ferramentas que facilitem a comunicação no ramo de engenharia”, completa. Quem já está trabalhando, mas deseja melhorar a condição de vida, também pode se interessar por essa oportunidade, pois de acordo com uma pesquisa do SENAI, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial, um diploma de nível técnico pode aumentar em até 24% o salário.

 

Rosa Maria Banuth Arendt/Arquivo Pessoal
Rosa Maria Banuth Arendt, 56, começou a fazer cursos técnicos em 2003. O primeiro foi de qualificação em design gráfico e o segundo foi uma especialização em design gráfico e web. “Entrei no SENAI sem saber direito como trabalhar em um computador e não tinha nenhuma noção sobre o que o profissional de design fazia. O curso realmente me colocou no mercado totalmente competente para a área”, explica. Ela foi contratada como consultora do Ipea assim que se formou e também era freelancer nas horas vagas. Dois anos depois, foi contratada por um organismo internacional, no qual trabalha até hoje e também se especializou em design gráfico editorial. Hoje, Rosa está satisfeita com sua profissão e agora faz cursos de artes plásticas.

 

Então, em resumo, os benefícios de se fazer um curso técnico são:

 

- Menos investimento

- Materiais mais baratos

- Formação mais rápida

- Menos concorrência

- Início imediato no mercado de trabalho

- Oportunidades de formação de carreira

- Forma de financiar investimentos futuros em educação superior

- Preparo para o mercado e suas possibilidades

 

Olimpíada do Conhecimento

Divulgação/Agência Fiep sobre Senai
Quem se interessou pelos cursos e deseja saber um pouco mais sobre as possíveis áreas de atuação pode aparecer na Olimpíada do Conhecimento 2016 do SESI/SENAI, que começou ontem, dia 10, em Brasília, no Ginásio Nilson Nelson, e vai até o dia 13, domingo. O evento é a maior competição de educação profissional das Américas, realizada a cada dois anos, com desafios nas mais diversas áreas do conhecimento, voltados para equipes de alunos dos cursos técnicos das duas instituições. É também uma exposição demonstrativa de quase todas as áreas de educação profissional e uma ótima oportunidade para conhecer as mais diferentes máquinas, computadores, equipamentos e ferramentas que são utilizados atualmente no mercado para fabricação de várias coisas, desde roupas até carros. Conheça também o catálogo nacional de cursos técnicos, fornecido pelo Ministério da Educação, para saber um pouco mais sobre essas possibilidades.

Comentários Os comentários não representam a opinião do jornal;
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Sergio
Sergio - 13 de Novembro às 16:52
PT é minha pica no seu toba.
 
José
José - 12 de Novembro às 21:11
Agradecem ao PT a criação dos INSTITUTOS DE FORMAÇÃO TÉCNICA ! ! !