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Em ato público, CUT defende Lula no caso do mensalão

Estado de Minas

Publicação: 20/09/2012 18:28 Atualização: 09/09/2013 14:40

O ato público, promovido por trabalhadores nesta quinta na Avenida Paulista, para fortalecer a campanha salarial de cinco categorias acabou enveredando para uma discussão política sobre o caso mensalão. No carro de som, que ficou estacionado em frente a uma agência do banco Bradesco, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas, afirmou que relacionar o nome do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao caso do mensalão era uma tentativa da mídia de enfraquecer a classe trabalhadora.

O que querem fazer em Brasília é derrotar a classe trabalhadora. Querem colocar na nossa cabeça que não podemos governar o Brasil porque trouxemos ao País a corrupção", disse Freitas a cerca de 400 trabalhadores e dirigentes sindicais que se encontravam na mobilização desta manhã.

O presidente da CUT criticou a revista Veja, que trouxe reportagem de capa sobre o publicitário Marcos Valério com informações, que ele teria repassado a pessoas próximas, sobre o suposto envolvimento do ex-presidente Lula no esquema que vem sendo julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). "Derrotando o presidente Lula, eles derrotam todos nós", acrescentou Freitas. O único momento em que trabalhadores que participaram do ato repetiram frases puxadas pelos dirigentes sindicais foi o coro de apoio a Lula: "O Lula é meu amigo, mexeu com ele, mexeu comigo."

A mobilização durou cerca de uma hora e reuniu representantes de metalúrgicos, bancários, químicos, petroleiros e servidores dos Correios. Encerrada a manifestação, a maioria dos trabalhadores deixou o local e alguns ficaram reunidos nas portas de agências bancárias na Avenida Paulista, que estavam fechadas. Nesta quarta (19) cerca de 33% das agências do País já estavam sem funcionar por conta da greve.

"A greve continua até o momento em que a Fenaban (Federação Nacional dos Bancos) nos chamar para negociar. No ano passado (a greve) durou 21 dias", disse a presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvândia Moreira.

Bancários e servidores dos Correios continuam a greve iniciada nesta semana. Os metalúrgicos realizam greve e paralisações em vários pontos do Estado de São Paulo, enquanto os petroleiros esperam proposta da Petrobras, mas segundo trabalhando.

Os trabalhadores do setor químico entregam na próxima semana a pauta de reivindicações aos empregadores, com pedido de aumento salarial de 12%.
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Esta matéria tem: (3) comentários

Autor: sinval silva
É SEMPRE BOM TER QUEM NOS DEFENDE!! RESTA SABER QUAL INTERESSE ESTÁ POR TRÁS DISSO UMA VEZ QUE O LULA NÃO ESTÁ CITADO,NEM INDICIADO!! OU SEJA, QUEM NÃO DEVE NAO TEME!! | Denuncie |

Autor: João Batista Martins
Esse pessoal é usuário de crack | Denuncie |

Autor: lindaura rosa oliveira
Para federais continuar com CUT é mesmo que falar a linguagem de Dilma: ex: os empregados públicos da caixa econômica federal são tratados diferentes do banco do brasil. Assim são muitos categorias que estão no linear dos 02 salários minímos. Além disso sem planos de saúde. | Denuncie |

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