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Saiba como fica o destino dos seis deputados condenados pelo STF Considerados culpados em processos julgados pelo Supremo, dois parlamentares do PT, dois do PMDB, um do PP e outro do PR entram em 2013 de olho no desfecho dos casos. Dois deles devem cumprir pena em regime fechado

Helena Mader

Adriana Caitano

Publicação: 05/01/2013 08:01 Atualização:

'Não tem sentido discutir o que está feito na última instância nem esticar a corda com o Judiciário para criar uma crise institucional', Rose de Freitas (PMDB-ES), pré-candidata a presidente da Câmara (Carlos Moura/CB/D.A Press - 2/2/11)
"Não tem sentido discutir o que está feito na última instância nem esticar a corda com o Judiciário para criar uma crise institucional", Rose de Freitas (PMDB-ES), pré-candidata a presidente da Câmara


O futuro presidente da Câmara dos Deputados terá uma espinhosa missão, que vai muito além da administração da Casa e das articulações políticas inerentes ao cargo. O parlamentar que comandar a Mesa Diretora no próximo biênio precisará acompanhar o andamento dos processos contra seis colegas condenados pelo Supremo Tribunal Federal, já que esses deputados devem cumprir pena até o fim de 2014 — dois deles em regime fechado. O retorno do ex-presidente do PT José Genoino (PT-SP) à Câmara na última quinta-feira engrossou a lista de parlamentares que podem ser presos ainda nesta legislatura. Os seis representantes da casa considerados culpados pelo STF têm o direito de circular livremente no Congresso até que as decisões da Corte transitem em julgado, encerrando a possibilidade de recursos. Além da morosidade da Justiça, eles contam com o corporativismo parlamentar para que tudo continue como está.

Dos seis deputados julgados culpados pelo plenário do Supremo, quatro são réus do mensalão — Genoino, João Paulo Cunha (PT-SP), Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT). Natan Donadon (PMDB-RO) e Asdrúbal Bentes (PMDB-PA) foram enquadrados por outros crimes. Bentes pegou pena de 3 anos, 1 mês e 10 dias de prisão em regime aberto. Ele é acusado de oferecer cirurgias de esterilização a mulheres em troca de votos nas eleições municipais de 2004, quando concorreu à prefeitura de Marabá (PA). O deputado também respondia por estelionato e formação de quadrilha, mas esses crimes já estavam prescritos.

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Esta matéria tem: (2) comentários

Autor: Antonio Santos
...e quem irá dizer que o crime não compensa! | Denuncie |

Autor: CLOVIS HACHUY
DEIXA ELES SOLTOS MESMO,A CAMARA NA REALIDADE JA DEVERIA TER GRADES E DEIXAR OS POLITICOS CUMPRIREM PENA ANTECIPADAS | Denuncie |

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