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| A presidente anunciou ontem investimentos de R$ 265 milhões para políticas em defesa da mulher e fez mistério sobre mudanças nos ministérios |
Diante da ansiedade dos partidos políticos pela reforma ministerial, a presidente Dilma Rousseff sinalizou ontem que a espera pode arrastar-se por mais tempo. “Eu não vou falar sobre isso, porque não é meu tema esta semana”, disse Dilma a jornalistas ontem, ao sair de solenidade no Palácio do Planalto. Depois de conversar com o PMDB — ela encontrou-se com o vice-presidente Michel Temer na terça-feira à noite —, Dilma retomou o diálogo com os aliados do PSD. Estava previsto um jantar na noite de ontem, no Palácio da Alvorada, com o presidente nacional do partido, Gilberto Kassab.
A expectativa era que, nesse encontro, Dilma formalizasse o convite para que o vice-governador de São Paulo, Guilherme Afif Domingos (PSD), assuma a recém-criada Secretaria da Micro e Pequena Empresa. O movimento incorporará oficialmente o PSD à base de apoio do governo no Congresso. Mas os pessedistas têm encaminhado mensagens de que gostariam de mais espaço. Uma das possibilidades seria a indicação do presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Paulo Simão, para a Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), responsável por organizar os encontros do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, Conselhão.
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