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Publicação: 17/03/2013 06:00 Atualização:
Na tentativa de assegurar para seus estados o montante arrecadado com os royalties do petróleo e impedir que entrem em vigor as novas regras aprovadas pelo Congresso e sancionada pela presidente Dilma Rousseff, representantes do Rio de Janeiro e do Espírito Santo ameaçaram nos últimos dias colocar em discussão também a divisão dos royalties do minério. No entanto, basta observar de perto a situação vivida por cidades ligadas às duas atividades para constatar diferenças significativas no impacto causado aos moradores.
Enquanto no município de Macaé (RJ) — um dos que mais arrecadam com petróleo — os impactos com a extração do combustível praticamente se restringem a problemas ligados ao aumento demográfico, em Congonhas, na região central de Minas, eles são sentidos todos os dias pela população, com os altos índices de poeira que trazem problemas de saúde para os moradores e a degradação de ruas, estradas e centros históricos.
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Esta matéria tem: (3) comentários
Autor: alvailton santos
Estamos em plena crise mundial e vez de nos uni para atravessa este período difícil estamos criando mais crise daqui a pouco não seremos mais um país é sim vários. | Denuncie |
Autor: cintia zaché
fazem todos os dias, destroem as estradas, superlotam. Outra coisa é toda poeira deixada nos caminhos, ainda existem estradas de chão até a chegada da petrobras (onde é retirado o petroleo), crianças sofrem de problemas | Denuncie |
Autor: GILMAR PEREIRA
sem ferro não tem como fazer automóveis ! | Denuncie |