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União de PSB e Rede tem divergências e dificuldades para montar palanques Marineiros querem candidatos próprios, socialistas topam alianças

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Publicação: 15/12/2013 06:00 Atualização:

Eduardo e Marina: união comemorada, mas poucos resultados concretos  (Marcos Alves/Agência O Globo)
Eduardo e Marina: união comemorada, mas poucos resultados concretos

A união política mais surpreendente e debatida de 2013 ainda dá sinais que precisa de tempo para ser maturada. Pouco mais de dois meses depois da parceria firmada entre o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, e a ex-senadora Marina Silva, os números da dupla nas intenções de votos não decolam, os ataques a antigos aliados persistem, as divergências ideológicas se avolumam e as idissioncracias estaduais se multiplicam. “Não vamos discutir os palanques estaduais nesse momento. Nossa tarefa, agora, é definir o programa nacional da aliança”, afirmou o secretário-geral do PSB, Carlos Siqueira.

Um dos principais articuladores da Rede, Pedro Ivo segue o mesmo raciocínio, em uma tentativa de minimizar os embates. “Não existem divergências intransponíveis. Existe sim, dois partidos que tinham uma formação distinta e que agora estão se reunindo para definir suas convergências”. Para Ivo, a própria definição do programa nacional vai ajudar nesse processo. “Ele será um balizador para definir os programas estaduais”, completou.

Se for tomado como parâmetro o momento atual, o programa nacional terá que ser bastante flexível e elástico para abarcar tudo o que não é consenso na parceria entre Rede e PSB. A começar pelos palanques estaduais. O único praticamente definido, sem dramas, fica na Bahia, com a senadora Lídice da Mata (PSB) concorrendo ao governo e a ex-presidente da Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Eliana Calmon candidata ao Senado. “Digamos que é o nosso melhor cenário”, reconheceu o deputado Walter Feldmann (PSB-SP).

O próprio Feldmann está envolvido em uma queda de braço. A Rede pretende lançá-lo como candidato ao governo de São Paulo. Mas, no estado, o PSB tem um histórico de parceria com o PSB, presidido pelo deputado Márcio França. França pode ser candidato a vice do governador Geraldo Alckmin ou ao senado, caso os tucanos optem por uma chapa puro-sangue. “Nenhum casamento é fácil. O que une Marina e Eduardo é uma causa, que, junta, é maior do que os dois separados”, filosofou França. Ele afirma que as reuniões com a Rede sempre são experiências fascinantes. “Na última, um militante chegou com um lagarto (iguana) no ombro. Toda vez que eu olhava para ele, o bicho me dava a língua”, diverte-se o deputado do PSB.

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Esta matéria tem: (2) comentários

Autor: ANTONIO LIMA
Nessa reportagem existe algo o qual não consigo compreender: como o tal de Rede vai lançar candidato se ele não existe, oficialmente? No mais, a união entre um esquerdista liberal e uma beata evangélica radical conservadora é algo só imaginável no brasil. Esdrúxulo. | Denuncie |

Autor: raimundo ribeiro
Estava durando muito essa Marina Silva não dar certo com ninguém nem mesmo com o Brasil se um dia ela for presidenta da República irá ficar sozinha será um fracasso. | Denuncie |

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