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Dilma aproveita café com a imprensa para listar feitos e alfinetar rival Presidente aproveita café da manhã com imprensa para responder a provocações do pré-candidato tucano e volta ao tema da "herança maldita" deixada pelo governo FHC

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Grasielle Castro - Correio Braziliense

Publicação: 19/12/2013 06:04 Atualização: 19/12/2013 07:57

Apesar de afirmar que está preocupada em governar e que só vai pensar nas eleições presidenciais no ano que vem, a presidente Dilma Rousseff devolveu ontem, em dois momentos, as provocações feitas pelo pré-candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves (MG). Ao ser questionada, durante café de fim de ano com jornalistas, no Palácio do Planalto, sobre as declarações do tucano de que pretende “reestatizar a Petrobras”, a presidente não escondeu a ironia. “Isso é sério? Ah, vão? É sério? A Petrobrax? Vai voltar a ser Petrobras? Não vou nem comentar. Esse papo de falar que vamos reestatizar a Petrobras não é sério. O governo é o controlador da Petrobras. Faça o que fizer, estamos nos conselhos”, provocou a presidente.

Sem falar diretamente em eleições, Dilma reforçou ações do governo, passando por temas como Petrobras, saúde, infraestrutura e pessimismo (	Iano Andrade/CB/D.A Press)
Sem falar diretamente em eleições, Dilma reforçou ações do governo, passando por temas como Petrobras, saúde, infraestrutura e pessimismo


A resposta de Dilma foi uma referência à decisão do governo de Fernando Henrique, em 2000, de alterar o nome da Petrobras para Petrobrax, em uma tentativa de aumentar o processo de internacionalização da empresa. No discurso feito na segunda, Aécio — que também incluiu o Banco do Brasil no rol daqueles que precisavam ser reestatizados — afirmou que o PT aparelhou os órgãos públicos para empregar os companheiros e que é preciso devolver essas instituições para a população brasileira.

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Mais cedo, durante entrevista a rádios do Recife, ela também havia respondido ao presidenciável tucano. Aécio disse, durante evento do PSDB, que manteria o Programa Mais Médicos, mas pagaria aos médicos cubanos os R$ 10 mil de salário, porque o governo brasileiro não pode “financiar uma ditadura com base em programa oficial”. Dilma lembrou que os tucanos repetem a estratégia já adotada em relação ao Bolsa Família, que já foi chamado de bolsa-esmola pelos oposicionistas. “Agora que o programa (Mais Médicos) está dando certo, é óbvio que vão apoiar”, devolveu Dilma.

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