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Oposição quer explicações sobre empresa de consultoria de José Dirceu PPS defende que MP, Receita, Polícia Federal e Banco Central investiguem empresa de consultoria aberta por José Dirceu no Panamá

Leandro Kleber

Publicação: 23/12/2013 07:00 Atualização: 23/12/2013 07:11

'Há muito o que se investigar. É preciso conhecer até onde se estendem esses tentáculos', Rubens Bueno, 
líder do PPS na Câmara (Monique Renne/CB/D.A Press )
"Há muito o que se investigar. É preciso conhecer até onde se estendem esses tentáculos", Rubens Bueno, líder do PPS na Câmara

A oposição cobrará explicações a respeito de uma empresa de consultoria do ex-ministro José Dirceu aberta no paraíso fiscal do Panamá no mesmo endereço onde funciona a Truston International — empresa que controla o Hotel Saint Piter, onde o petista tentou trabalhar durante o dia com um salário de R$ 20 mil. A informação sobre a filial aberta por Dirceu no Panamá foi divulgada pelo jornal O Estado de S.Paulo.

“Há muito o que se investigar. As novas informações divulgadas sobre este condenado do mensalão deixam latente que ele operou de todas as formas e que ainda pode estar operando para sustentar aquele que é o maior escândalo desta República. É preciso conhecer até onde se estendem esses tentáculos”, afirmou ontem o líder do PPS na Câmara, deputado Rubens Bueno (PR). O partido defende que órgãos como o Ministério Público, a Polícia Federal, a Receita e o Banco Central façam uma “ampla investigação” sobre o caso.

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De acordo com o jornal, a JD Assessoria e Consultoria, empresa de Dirceu, registrou a filial no país da América Central em 2008, três anos depois que ele saiu do governo Lula em meio ao escândalo do mensalão. O endereço é o escritório da Morgan&Morgan, que, conforme o Jornal Nacional mostrou no começo de dezembro, disponibiliza testas de ferro para milhares de firmas estrangeiras, como a Truston. A prática é permitida pela legislação local. Dirceu está preso no Complexo Penitenciário da Papuda desde 16 de novembro. A assessoria de Dirceu informou que a abertura da filial no Panamá não prosperou porque não fechou negócios por lá. A assessoria também afirmou que a JD Assessoria e Consultoria não tem relação com a Truston.

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