política
  • (2) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Reforma ministerial deve ser influenciada por alianças eleitorais Das 14 mudanças esperadas, ao menos 12 titulares de pastas devem ter perfil político em vez de técnico

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Publicação: 29/12/2013 07:00 Atualização: 28/12/2013 20:13

Dilma promove reunião com ministros e governadores, em junho: desincompatibilização de quem pretende concorrer forçará mudanças no governo (Monique Renne/CB/D.A Press - 24/6/13)
Dilma promove reunião com ministros e governadores, em junho: desincompatibilização de quem pretende concorrer forçará mudanças no governo


O ministério que a presidente Dilma Rousseff começa a definir em janeiro e que terá contornos finais após o carnaval, em março, será moldado nas necessidades eleitorais da candidata do PT à reeleição para o Planalto. E terá prazo de validade: nas conversas que a presidente tem tido com os partidos, eles sabem que os nomes escolhidos poderão ser trocados em 2015, dependendo do resultado das urnas e dos personagens que forem importantes na corrida eleitoral. “Conforme o desempenho dos aliados e o peso dos partidos na composição do novo Congresso, poderemos ter um novo desenho ministerial no início do segundo mandato”, admitiu um aliado direto da presidente.

Dilma queria ter começado as definições dos nomes em dezembro e estender as substituições para, no máximo, janeiro. A escolha do novo cronograma tem a participação direta de dois personagens: o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, pré-candidato do PT ao governo de Minas Gerais. O prazo máximo para a desincompatibilização é o fim de março, seis meses antes das eleições.

Na cabeça da presidente, trocar os nomes em dezembro e janeiro daria tempo suficiente para os novos ministros se ambientarem com a máquina e começar a produzir efetivamente logo após o carnaval. A tendência também era indicar secretários executivos, com uma ou outra pasta destinada a indicações políticas. Entretanto, mudou de ideia, influenciada por Lula.

O ex-presidente alertou que as indicações devem ser políticas, para agradar aos aliados e garantir os respectivos palanques. Além disso, seria arriscado escolher os nomes muito antes das convenções partidárias, marcadas para junho, quando acontecem as definições das alianças políticas. “Dilma estaria entregando um espaço no governo antes de ter a certeza da contrapartida dos partidos”, ponderou um interlocutor palaciano, que compreende o raciocínio lulista.

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.

Esta matéria tem: (2) comentários

Autor: José Azevedo
Sempre é bom uma reforma ministerial ampla,mais com critérios políticos.Essa aliança política com dez partidos da uma boa segurança politica para a comandante suprema das forças armadas e chefe de estado e chefe de governo Dilma Vana Rousseff.José Jorge C. Azevedo | Denuncie |

Autor: Anilton Moccio
Esta na hora de revezar o partido no poder, mas com os candidatos apresentados até o momento, o PT tem chance de ganhar no 1º turno. | Denuncie |

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »
Termos de uso

Envie sua história e faça parte da rede de conteúdo dos Diários Associados.
Clique aqui e envie seu vídeo, foto, podcast ou crie seu blog. Manifeste seu mundo.