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Padilha diz que já fez mudança para SP, de olho nas eleições deste ano Ministro da Saúde diz que já fez a mudança para São Paulo, onde deve disputar o governo estadual. Secretário ligado ao PT é o mais cotado para a pasta

Grasielle Castro - Correio Braziliense

João Valadares

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Publicação: 07/01/2014 06:04 Atualização: 07/01/2014 08:00


Alexandre Padilha, durante evento em São Paulo ontem: ministro deve deixar o cargo até o fim do mês, e Dilma ainda não definiu o nome do substituto (Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Alexandre Padilha, durante evento em São Paulo ontem: ministro deve deixar o cargo até o fim do mês, e Dilma ainda não definiu o nome do substituto


Depois de a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, pré-candidata ao governo do Paraná, afirmar que está “limpando as gavetas”, ontem foi a vez de o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, confirmar que já fez a mudança para São Paulo e que deixará o cargo ainda este mês. “Já trouxe as minhas coisas de Brasília de volta para minha casa em São Paulo”, afirmou o ministro. Ainda pairam as dúvidas sobre quem assumirá o cargo. O nome mais cotado segue sendo o de Mozart Sales, secretário de Gestão da Educação e Trabalho na Saúde, mentor do Programa Mais Médicos e ligado ao PT de Pernambuco. Ele é o favorito de Padilha. Ambos militaram juntos na juventude petista.

Entretanto, Mozart não está sozinho nessa disputa. A outra opção seria Helvécio Magalhães, secretário de Atenção à Saúde, que controla um orçamento que passa dos R$ 50 bilhões. Responsável pela implantação do Mais Médicos em Minas Gerais, seria um nome importante para equilibrar a eleição com o pré-candidato do PSDB à Presidência, Aécio Neves, em território mineiro. Ele chegou a sonhar em ser ministro antes de Dilma decidir-se por Padilha. Se a presidente optar por um nome mais técnico, surge como alternativa Jarbas Barbosa, secretário de Vigilância, com pós-doutorado e atuação na Organização Mundial de Saúde (OMS) em Washington. Mas essa alternativa é cada vez mais remota.

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Durante agenda em São Paulo ontem, Padilha contou que, em novembro passado, a presidente Dilma Rousseff disse, em uma reunião, que os ministros que serão candidatos este ano deveriam sair ao longo de janeiro. “Já me preparei para isso”, ressaltou. Questionado se já tinha começado a dieta em preparação para a campanha, o ministro brincou e disse que seu papel e responsabilidade como ministro da Saúde é fazer exercício físico, comer bem e ter hábitos saudáveis. “O único regime que tenho é o regime do trabalho, de andar muito, e a alimentação saudável sempre”, brincou.

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