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Sem novo ministério, PMDB prepara a reação e discutem aliança Caciques do partido discutem os rumos da aliança com PT após a negativa de Dilma em entregar a Integração Nacional

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Publicação: 15/01/2014 06:04 Atualização: 15/01/2014 08:07

Temer e Renan vão decidir hoje à noite os próximos passos. Apesar de ser considerada remota a possibilidade de o partido deixar o governo, a insatisfação é grande (Ueslei Marcelino/Reuters - 15/3/13)
Temer e Renan vão decidir hoje à noite os próximos passos. Apesar de ser considerada remota a possibilidade de o partido deixar o governo, a insatisfação é grande


Surpreendida pela recusa da presidente Dilma Rousseff em dar mais espaço para a legenda durante a reforma ministerial, a cúpula do PMDB reúne-se hoje à noite no Palácio do Jaburu, sede da vice-presidência da República, para saber o que fazer. A hipótese de abandonar o governo é remota, mas a intenção do grupo é encontrar uma maneira de mostrar a insatisfação com a decisão da presidente de avisar ao vice-presidente Michel Temer que não cederá o Ministério da Integração Nacional para a legenda. “A notícia dada pela presidente foi complexa demais para nós. Precisamos ver como ficam as coisas daqui por diante”, avisou o líder do PMDB na Câmara, Eduardo Cunha (RJ). “Foi mais que um balde de água fria. Ainda tinha pedras de gelo para bater na nossa cabeça”, reclamou um peemedebista.

Como avisou um interlocutor do partido, existem peemedebistas mais radicais e alguns mais ponderados. Cunha está no primeiro grupo, já que, segundo o relato feito por Temer após a conversa com a presidente, se a Integração Nacional for entregue ao partido, uma das duas pastas ocupadas por deputados é que deverá ser sacrificada, provavelmente o Turismo. O PTB já avisou que se isso acontecer será o primeiro a pleitear o novo cargo.

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O jantar de hoje contará com a toda a cúpula do partido. Além do anfitrião Temer, estarão presentes os presidentes da Câmara e do Senado, Henrique Eduardo Alves (RN) e Renan Calheiros (AL); Eduardo Cunha e o líder no Senado, Eunício Oliveira (CE); o líder do governo no Senado, Eduardo Braga (AM); o vice-presidente do PMDB, senador Valdir Raupp (RO); e o senador José Sarney (AP). “Todos sabem que o espaço do PMDB hoje, no governo, não corresponde, na qualidade, à importância do partido. Vamos conversar e tomar uma posição de unidade”, avisou Henrique Alves.

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Esta matéria tem: (2) comentários

Autor: Flávio Santos
Revoltante, querem cargos para apoiar o governo. Mas para quê será que eles tem um programa tão importante para a integração ou divergência ideológica com quem ficar com a pasta? Nada só acesso ao desvio de dinheiro público. Esse sistema político atual está podre e condenado... | Denuncie |

Autor: Eduardo Boghossian
A negociata está aberta. Vamos ver quem vai vencer. Certamente não será o Brasil. | Denuncie |

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