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Após ser declarada idônea, empresa Delta é alvo de novas acusações O Ministério Público Federal no Pará instaurou inquérito, em dezembro do ano passado, para apurar irregularidades nos recursos repassados pela Secretaria de Estado de Transportes à empreiteira

Daniela Garcia - Correio Braziliense

Publicação: 26/01/2014 06:20 Atualização:

Declarada como empresa idônea pela Controladoria-Geral da União (CGU) há cerca de 15 dias, a Delta Construções ainda é alvo de uma série de acusações em contratos fraudulentos com o poder público. O Ministério Público Federal no Pará (MPF-PA) instaurou inquérito, em dezembro do ano passado, para apurar irregularidades nos recursos repassados pela Secretaria de Estado de Transportes à empreiteira. Já em Goiás, a Delta — que, em 2012, foi acusada de fazer parte do esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira — é suspeita de ter causado um prejuízo de mais de R$ 130 milhões nos acordos de locação de veículos para os governos do município de Aparecida de Goiânia e da Secretaria Estadual de Segurança Pública.

Apontada pela Polícia Federal como responsável por desviar R$ 300 milhões dos cofres públicos entre 2007 e 2012, a Delta obteve o aval da CGU, em 9 de janeiro deste ano, para voltar a ter o direito de ser contratada por órgãos do governo federal. A controladoria declarou a empresa idônea em cumprimento à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Na ocasião, a CGU afirmou que recorreria. Responsável pelas ações judiciais do governo federal, a Advocacia-Geral da União (AGU) informou que ainda está analisando o caso.

O MPF-PA instaurou inquérito em 20 de dezembro para investigar suspeitas de fraudes com recursos federais repassados à Secretaria de Estado de Transportes que envolvem contratos com a Delta e a C.F.A Construções. A unidade da procuradoria em Marabá (PA) será responsável pela investigação dos acordos firmados para a restauração da PA-150, que liga o nordeste e o sudeste do estado.

O MPF informou que o inquérito foi aberto a pedido da Comissão de Fiscalização Financeira e Orçamentária da Assembleia Legislativa paraense. Segundo o órgão, foram denunciadas supostas irregularidades encontradas durante uma vistoria realizada pela Auditoria-Geral do Estado. Responsável pelo caso, procuradora Maria Elisa de Oliveira preferiu não comentar o teor da investigação.

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