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Prestígio do prefeito de São Bernardo cresce no PT após perder para Padilha Depois de perder a vaga de candidato a governador de São Paulo para o ministro Alexandre Padilha, os dois últimos meses foram de vitórias para o prefeito Luiz Marinho

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Publicação: 27/01/2014 08:43 Atualização:

Afilhado de Lula, Luiz Marinho (E) queria ter sido o candidato ao governo do estado, mas foi preterido pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha (Alex Almeida/FolhaPress)
Afilhado de Lula, Luiz Marinho (E) queria ter sido o candidato ao governo do estado, mas foi preterido pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha


Em pleno crescimento no PT paulista, o prefeito de São Bernardo do Campo (SP), Luiz Marinho, começa a ser visto com olhos mais atentos dentro e fora do partido. O mais bem-sucedido presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) nos últimos anos conta com um padrinho forte — o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, metalúrgico como ele — para alçar voos mais fortes. Os dois últimos meses foram de vitórias. Conseguiu emplacar seu secretário de Saúde, Arthur Chioro, como novo ministro da pasta. E comemorou a escolha dos aviões suecos para substituir a frota de caças da Força Aérea Brasileira (FAB).

Em 2010, quando ainda estava no primeiro mandato, Marinho vestiu macacão de piloto e capacete e cruzou os céus da Suécia em um avião da Grippen. Tanto esforço teria servido para ajudar o Planalto a decidir-se pelos suecos. Para Marinho, a decisão significa recursos para o municípios. A fábrica dos aviões será construída no estado em uma área contígua à da Scania, do mesmo grupo.

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Na última terça-feira, Dilma confirmou a indicação de Arthur Chioro para substituir Alexandre Padilha no Ministério da Saúde. Bom para Marinho, que tem um afilhado político no primeiro escalão do governo federal. E para Padilha, que ganha um nome forte na militância do estado, já que ele próprio ainda é um nobre desconhecido entre os correligionários paulistas. O Correio apurou, contudo, que a escolha também teria sido uma compensação, já que o prefeito de São Bernardo queria ser o nome escolhido, mas acabou sendo preterido por Padilha.

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