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Investigações de agressões e depredações seguem em ritmo lento Inquéritos de 2013 seguem em andamento. No caso do Itamaraty, duas pessoas foram indiciadas

Publicação: 14/02/2014 06:16 Atualização: 14/02/2014 08:46

Sem citar nomes, a PF informou que já existem dois indiciados em um inquérito sobre a depredação do Itamaraty, remetido ao Ministério Público, que devolveu a peça pedindo diligências complementares (Viola Júnior/Esp. CB/D.A Press)
Sem citar nomes, a PF informou que já existem dois indiciados em um inquérito sobre a depredação do Itamaraty, remetido ao Ministério Público, que devolveu a peça pedindo diligências complementares

A suspeita levantada pelo advogado Jonas Tadeu Nunes, do envolvimento de partidos políticos em atos de vandalismo durante protestos, reavivou um caso ocorrido em 20 de junho do ano passado no Distrito Federal. O sociólogo Pedro Piccolo, à época integrante da Executiva Nacional da Rede, partido que Marina tenta fundar, foi flagrado com uma barra de ferro na mão, em meio ao tumulto que culminou na depredação do prédio do Itamaraty. Investigado pela Polícia Federal, Piccolo se licenciou da cúpula da agremiação, mas continua a integrar a Direção Nacional da Rede. Apesar de passados quase oito meses da manifestação que terminou em baderna, a Polícia Federal (PF), que cuida do caso, não concluiu as investigações.

Sem citar nomes, a PF informou que já existem dois indiciados em um inquérito sobre a depredação do Itamaraty, remetido ao Ministério Público, que devolveu a peça pedindo diligências complementares. Uma segunda investigação, para apurar fatos conexos ao dano, ainda não terminou. A demora nas investigações e eventual punição de manifestantes que agem com violência, minando os protestos pacíficos que emocionaram o país em meados de junho, não é exclusividade do caso do Itamaraty. Embora 648 pessoas tenham sido detidas só em São Paulo e no Rio de Janeiro, desde que os protestos começaram, houve poucos desdobramentos sobre cada episódio.

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A prisões se basearam em delitos como dano ao patrimônio, desacato, formação de quadrilha, posse de artefato explosivo, furto, entre outros. Dos 139 presos no Rio, oito continuam detidos — incluindo Caio Silva de Souza e Fábio Raposo, acusados da morte do cinegrafista Santiago Andrade, atingido por um rojão na quinta-feira da semana passada enquanto trabalhava. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo não informou quantos, dos 509 detidos, ainda continuam presos. No Distrito Federal, a Polícia Civil e a Secretaria de Segurança Pública não informaram quantas pessoas foram detidas em protestos.

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