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"Lula é cabo eleitoral e ponto", afirma o ministro Gilberto Carvalho Ele reafirma apoio do ex-presidente à reeleição de Dilma e considera "fofocas" as divergências entre os dois

Grasielle Castro - Correio Braziliense

Publicação: 27/02/2014 08:09 Atualização:

Amigo pessoal de Lula, Gilberto Carvalho assegura que a candidatura de Dilma à reeleição é irreversível  (Ueslei Marcelino/Reuters)
Amigo pessoal de Lula, Gilberto Carvalho assegura que a candidatura de Dilma à reeleição é irreversível


O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, reforçou o coro da presidente Dilma Rousseff de que não há nenhum mal-estar no relacionamento entre ela e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em evento no Itamaraty, o ministro rebateu ontem as críticas de que Dilma estaria sendo vítima de fogo amigo dos defensores do “Volta, Lula”. Segundo ele, a movimentação para que o ex-presidente seja o candidato do PT nas eleições presidenciais de outubro é uma “fofoca natural” da política. Na terça-feira, o Correio mostrou que, embora Dilma seja favorita na corrida presidencial, alguns aliados questionam se ela teria fôlego para mais quatro anos no Palácio do Planalto. Para esses interlocutores, com Lula candidato seria mais fácil o PT vencer as eleições e se manter no poder.

Carvalho, amigo pessoal do ex-presidente, rechaçou qualquer possibilidade de Lula se candidatar. “Nossa candidata está muito bem definida. O presidente Lula é o grande cabo eleitoral e ponto. Esse assunto não existe para nós”, resumiu o ministro. Outros políticos próximos a Lula corroboram a tese de que não passa pela cabeça dele abrir mão da aposentadoria, embora receba, constantemente, essa sugestão.

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Um petista conta que o escritório do ex-presidente acabou se tornando uma espécie de divã para aliados da política e de movimentos sociais e muitos empresários. Todos reclamam da presidente e fazem comparações entre os dois governantes. A principal diferença, dizem, é que Lula os ouve. “Ele acaba sendo um escoador, um para-raio”, descreve um aliado. O problema é que o ruído dessas queixas é visto como ameaça à governabilidade e à credibilidade de Dilma. “É evidente que o mundo da política prefere Lula. Não é com relação à Dilma, é com relação a qualquer um”, acrescenta. Na área econômica, há a avaliação de que a presidente errou a mão. A expansão na economia é tímida, com a menor média dos últimos 20 anos, e a inflação está no teto da meta. A expectativa do setor é que pelo menos o diálogo seja recuperado.

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Autor: josé de jesus alencar mafra josé de jesus alencar mafra
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