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Após 18 anos, o TSE garante segurança nas urnas; especialistas discordam No fim da votação, as máquinas imprimem um boletim, que é distribuído aos fiscais de partidos

Juliana Ferreira - Estado de Minas

Estado de Minas

Publicação: 05/03/2014 06:30 Atualização: 04/03/2014 23:07

O software é aberto seis meses antes das eleições para desenvolvimento. Partidos podem acompanhar o processo
 (Daniel Ferreira/CB/D.A Press - 31/10/10)
O software é aberto seis meses antes das eleições para desenvolvimento. Partidos podem acompanhar o processo


Belo Horizonte
— A urna eletrônica completa a maioridade neste ano, e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) comemora a superação de um cenário nebuloso de lentidão, erros e trapaças. Por causa de frequentes fraudes, o TSE implementou o modelo mais moderno em 1995. No ano seguinte, o sistema eletrônico foi usado em um terço das seções eleitorais no pleito municipal. Quatro anos depois, em 2000, todos os votos já eram captados pela nova urna. Assim, o Brasil se tornou o único no mundo a ter votações 100% informatizadas, o que significa uma apuração mais rápida e pouquíssima intervenção humana. Entretanto, especialistas em informática que testaram a máquina e seu software admitem a possibilidade de fraude.

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O TSE garante que a urna eletrônica permitiu mais segurança às eleições. Segundo o secretário de Tecnologia da Informação do órgão, Giuseppe Dutra Janino, ao longo desses 18 anos, o tribunal se dedicou a melhorar os procedimentos técnicos e aumentar a lisura do processo. “Investimos em dois pilares: segurança e transparência. Investimos no interior da urna no sentido de torná-la mais segura, colocar dispositivos que permitam a verificação e a auditoria”, explica Janino, que ressaltou o fato de as urnas não serem conectadas a nenhuma rede de comunicação, tornando impossível a invasão de hackers.

O software de votação, por sua vez, é aberto seis meses antes da eleição para que os partidos, o Ministério Público e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) possam acompanhar o desenvolvimento. Em seguida, o programa é blindado por certificados digitais — assinados pelas autoridades — e encaminhado aos tribunais regionais eleitorais, que o instala nas urnas. No fim da votação, as máquinas imprimem um boletim, que é distribuído aos fiscais de partidos. Depois, o resultado é cifrado e encaminhado, no cartão de memória, para os cartórios. Todos esses procedimentos são considerados por Janino indícios de credibilidade. O TSE, inclusive, abriu o sistema duas vezes para especialistas em computação tentarem fraudar o dispositivo. “No dois testes que realizamos, o sistema se mostrou robusto, em que os hackers não conseguiram avançar e quebrar barreiras”, diz.

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Esta matéria tem: (4) comentários

Autor: Antônio Alencar
O sistema é bom. Falta educar o eleitor, que ainda é, em alguns casos, um cidadão de cabresto ou de curral, facilmente manipulável pelos políticos, muitos vezes sob a couraça de religiosos ou de pseudo-reformistas. | Denuncie |

Autor: Maria do Socorro Fernandes
Especialistas da UnB também já comprovaram ser possível fraudar esse sistema do TSE. Mas, tudo indica, que os poderosos no poder, com a "conivência" do maior poder eleitoral no país, continuarão por aí. Estes, os mais interessados, lutarão pela continuidade dessa vergonha. | Denuncie |

Autor: Andre de Miranda
Engraçado, nos últimos testes públicos , eu participei na Equipe da UNB e conseguimos recuperar os votos. Como nenhuma barreira foi quebrada??? Olhem a notícia antes de acreditar em qualquer coisa: http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=6375 | Denuncie |

Autor: GILMAR PEREIRA
não e atua que muitos pilantras querem ser candidato na certeza que vão ser eleitos e são atraves de fraudes | Denuncie |

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