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Dilma diz que volta de Bachelet fortalece união dos países sul-americanos "Temos, presidenta Michelle, plena certeza de que o Chile, sob sua presidência, renovará seu compromisso com essa integração regional, como você o fez em seu mandato anterior", disse

Agência Brasil

Publicação: 11/03/2014 17:44 Atualização:

Antes de mencionar que o Chile é um 'país irmão', a presidente brasileira afirmou que a ocupação do cargo tem um 'significado especial' (Maglio Perez/  REUTERS)
Antes de mencionar que o Chile é um "país irmão", a presidente brasileira afirmou que a ocupação do cargo tem um "significado especial"

A presidente Dilma Rousseff ofereceu um brinde à recém-empossada presidenta do Chile, Michelle Bachelet, durante almoço com chefes de Estado que participaram da transmissão de cargo no país. No discurso, Dilma espera que o retorno de Bachelet fortaleça a união dos países sul-americanos.

“Temos, presidenta Michelle, plena certeza de que o Chile, sob sua presidência, renovará seu compromisso com essa integração regional, como você o fez em seu mandato anterior”, disse, se referindo ao posto ocupado por Bachelet na presidência da União de Nações Sul-Americanas (Unasul).

Antes de mencionar que o Chile é um “país irmão”, a presidente brasileira afirmou que a ocupação do cargo tem um “significado especial” para todos os latino-americanos que encontraram “refúgio e proteção” contra a opressão de ditaduras em seus países.

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“Aqui, muitos defensores da liberdade, em nossos países, encontraram o asilo contra 'la opresión', de que fala o Hino Nacional chileno”, declarou Dilma. Para ela, que foi torturada durante a ditadura no Brasil, as “ricas e, por vezes, trágicas experiências políticas que nós vivemos, ajudaram a transformar a complexa realidade de nosso continente e de nossas nações”.

O discurso do brinde foi feito pela presidenta antes do almoço oferecido por Bachelet aos seus colegas que foram ao Chile prestigiá-la: Cristina Kirchner (Argentina), Evo Morales (Bolívia), Juan Manuel Santos (Colômbia), Rafael Correa (Equador), Enrique Peña Nieto (México), Horacio Cartes (Paraguai), Ollanta Humala (Peru), Desiré Bouterse (Suriname), José Mujica (Uruguai) e o primeiro-ministro Laurent Lamothe (Haiti).

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