política
  • (4) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Dilma tenta isolar rebeldes e escolherá novos ministros de olho em alianças "Não é que a bancada não foi ouvida. Eu fui deputado federal, tenho uma relação com o Congresso, mas não foi uma indicação da bancada", disse Neri Geller, provável novo ministro da Agricultura

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Denise Rothenburg

Grasielle Castro - Correio Braziliense

Publicação: 13/03/2014 06:00 Atualização: 13/03/2014 08:09



Sem disposição para ceder às pressões da rebelião dos deputados do PMDB, a presidente Dilma Rousseff escanteou os insatisfeitos e decidiu mirar nos palanques regionais. Em vez de manter a cota do Congresso na Esplanada — a Câmara com três ministérios e o Senado com dois —, a presidente não deve indicar outros deputados para ocupar os cargos. Hoje, ela confirma a nomeação do secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, o peemedebista Neri Geller (MT), para o Ministério da Agricultura ,indicado pelo atual comandante da pasta, o deputado licenciado Antônio Andrade (PMDB-MG), que deixa o cargo para entrar na corrida eleitoral deste ano. Além de Geller, a presidente deve nomear hoje o petista Miguel Rossetto para Ministério do Desenvolvimento Agrário, ocupado por Pepe Vargas. O futuro ministro da Agricultura foi convidado pela presidente Dilma Rousseff para ocupar o cargo no fim da tarde de ontem. A transmissão de cargo será na segunda-feira.

Leia mais notícias de Política


Embora não seja ligado à bancada, o futuro ministro já minimiza os conflitos. “Não é que a bancada não foi ouvida. Eu fui deputado federal, tenho uma relação com o Congresso, mas não foi uma indicação da bancada. Foi uma indicação da bancada, convocada pela presidente Dilma”, ameniza. O atual ministro, por sua vez, também tentou evitar polêmica. “A bancada disse que não ia indicar ninguém, me avisou isso de antemão. O Neri tem desempenhado muito bem o seu papel. É um secretário que me ajudou muito. A indicação dele vem de encontro aos interesses do agronegócio. Ele conhece muito bem e tem o apoio de todo o setor. Conversando com o setor (do agronegócio), fechamos a indicação”, resumiu Antônio Andrade. Além de ser próximo do senador Blairo Maggi (PR-MT), ele tem a simpatia da presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), senadora Kátia Abreu, e conta com o apoio do governador de Mato Grosso, Silval Barbosa (PMDB).

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.

Esta matéria tem: (4) comentários

Autor: Raimundo jr
Um PMDB fisiológico e profissional. Não tem jeito, qualquer governo, seja PT ou PSDB, tem que comer na mão desse pessoal. | Denuncie |

Autor: MURILO TIMO
É a politica do toma lá da cá! | Denuncie |

Autor: Francisco Lima
Dilma está mais perdida do que cego em tiroteio. Nem São Lula vai resolver o problema. Adeus PT a sua estrutura está corroída. Sua engrenagem está emperrada. O ABCD de São Paulo faliu o povo brasileiro. Montem mais carros que eu vendo. Disse Lula. | Denuncie |

Autor: Francisco Lima
Chegou a hora dos dirigentes do PMDB criarem vergonha na cara e lançar um candidato a presidência da república. O PMDB tem potencial para isso. O seu melhor aliado é o PSDB, pois nasceu de suas costelas. Avante Dr. Ulisses. Sai de sua tumba. | Denuncie |

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »
Termos de uso

Envie sua história e faça parte da rede de conteúdo dos Diários Associados.
Clique aqui e envie seu vídeo, foto, podcast ou crie seu blog. Manifeste seu mundo.



  • Últimas notícias
  • Mais acessadas