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Novo presidente do TRT assume hoje com quatro frentes de atuação Mineiro de Conselheiro Lafaiete, André Damasceno veio para Brasília com 11 anos de idade, em 1977, acompanhando o pai, Fernando Damasceno, que também presidiu o TRT da 10ª Região

Diego Abreu

Publicação: 24/03/2014 08:45 Atualização:

O desembargador André Damasceno toma posse hoje no cargo de presidente do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 10ª Região, em solenidade marcada para as 17h. Ele vai comandar a Corte, que abrange o Distrito Federal e o Tocantins, até o começo de 2016. Em entrevista ao Correio, Damasceno, de 49 anos, destacou as quatro principais metas da gestão que inicia hoje: melhorias na segurança do TRT, reforço na comunicação, investimento na qualificação de pessoal e uma grande reforma nas instalações do tribunal.

Damasceno: temos realmente um problema de insegurança, que deve ser tratado de forma mais profissional (Breno Fortes/CB/D.A Press)
Damasceno: temos realmente um problema de insegurança, que deve ser tratado de forma mais profissional

Mineiro de Conselheiro Lafaiete, o novo presidente veio para Brasília com 11 anos de idade, em 1977, acompanhando o pai, Fernando Damasceno, que também presidiu o TRT da 10ª Região. Ambos chegaram a dividir a bancada antes da aposentadoria do pai. Desembargador desde 2001, André Damasceno estudou engenharia elétrica e psicologia, antes de optar pelo curso de direito na Universidade de Brasília (UnB). Foi servidor do próprio TRT antes de passar no concurso para juiz do tribunal, há 24 anos.

Entrevista - André Damasceno

Quais os principais desafios nestes dois anos de mandato?
Temos um planejamento estratégico. As metas não são pessoais, são institucionais. Mas, evidentemente, o presidente tem como influir na administração. Tenho quatro metas grandes, que pretendo privilegiar. Uma é a segurança. Temos realmente um problema de insegurança, que deve ser tratado de forma mais profissional. Precisamos ter segurança do patrimônio, das instalações e das pessoas, tanto dos magistrados quanto dos servidores. Aqui em Brasília, temos problema nas nossas instalações, mas no Tocantins, que está na área de nossa competência, há oficiais de Justiça que andam pelo espaço territorial do estado às vezes sem cobertura de celular.

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Quais as outras metas?
Um projeto importante é o da comunicação. Temos problema de comunicação interna, e buscamos um relacionamento mais profissional com as mídias. Outro projeto grande é a qualificação do pessoal pela Escola Judicial do tribunal. Esse é o maior investimento que a gente pode ter. As nossas gerações estão se qualificando mais para participar da administração do tribunal. Cada vez mais, a nossa administração é compartilhada. O desembargador decano fala que o nosso tribunal é um modelo de parlamentarismo. O presidente do TRT é um primeiro-ministro, mas quem comanda e quem traça as metas é o plenário. Já a quarta meta é uma reforma das instalações, que são da época da construção de Brasília. Esse prédio foi construído para o TST (Tribunal Superior do Trabalho). Temos problemas elétricos, com cabeamento.

Em dois anos é possível resolver este problema?

Não. Temos um planejamento estratégico. É uma meta que ocupa mais que uma administração. Deve iniciar comigo e ocupar ainda mais duas administrações, se não tivermos problemas de embargo à obra.

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