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Oposição quer instalar CPMI para investigar compra de refinaria no Texas De acordo com o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), a oposição já tem 110 assinaturas de deputados e calcula conseguir 28 de senadores.

Amanda Almeida

Publicação: 25/03/2014 16:46 Atualização: 25/03/2014 17:12

A oposição no Congresso decidiu, na tarde desta terça-feira (25/3), investir na coleta de assinaturas para instalação de uma comissão parlamentar mista de inquérito (CPMI) sobre a compra da Refinaria de Pasadena, no Texas. Para ter sucesso, eles precisam de 171 assinaturas na Câmara e 27 no Senado. Os parlamentares já estão em campo em busca dos signatários. A intenção é apresentar o requerimento ainda esta semana.

“A convocação de uma CPMI é uma imposição dos fatos. O Congresso Nacional tem a responsabilidade constitucional de fiscalizar as ações do Poder Executivo. E as denúncias são da maior gravidade”, disse o senador Aécio Neves (PSDB-MG), acrescentando que, caso seja instalada, a CPMI pode convocar até a presidente Dilma Rousseff, que, na época da compra, era presidente do Conselho Administrativo da Petrobras, para prestar esclarecimentos.

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De acordo com o líder do PPS na Câmara, Rubens Bueno (PR), a oposição já tem 110 assinaturas de deputados e calcula conseguir 28 de senadores. Caso não consigam emplacar a CPMI, vão tentar assinaturas para uma comissão parlamentar de inquérito (CPI) no Senado.

A base do governo já se articula para desarticular o grupo. “Se fatos a a serem apurados são os que estão na imprensa, não tem cabimento a realização de uma CPMI. Porque Polícia Federal, Ministério Público Federal e Tribunal de Contas da União já estão investigando o caso. Temo que a convocação de uma CPMI reproduza a CPI do Cachoeira, quando, depois de meses de apuração e trocas de acusação, tivemos relatório de duas páginas, sem nenhum indiciamento”, disse o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).

Na semana passada, a presidente Dilma disse ao jornal Estado de S.Paulo que votou a favor da compra de Pasadena, no Conselho Administrativo da Petrobras, com base em um documento "falho".

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Autor: Paulo Costa
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