política
  • (0) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

Programa Segundo Tempo está parado por problemas na aquisição de materiais Há três anos, irregularidades na iniciativa custaram o cargo do ministro do Esporte à época

Andre Shalders - Correio Braziliense

Publicação: 07/04/2014 06:05 Atualização:

A Câmara analisará requerimento de convocação do ministro Aldo Rebelo para falar sobre o Segundo Tempo (AFP PHOTO / Nelson ALMEIDA )
A Câmara analisará requerimento de convocação do ministro Aldo Rebelo para falar sobre o Segundo Tempo


Utilizado como trunfo eleitoral do PCdoB, o Programa Segundo Tempo (PST), que oferece atividades esportivas após o horário escolar, está paralisado por dificuldades na aquisição de materiais esportivos. Em 2011, a iniciativa, que foi o pivô da queda do então ministro do Esporte, Orlando Silva, passou por uma reformulação. Os convênios deixaram de ser firmados com organizações não governamentais — protagonistas de diversas irregularidades envolvendo desvio de recursos públicos — e passaram a ser feitos diretamente pelos ministérios da Educação e do Esporte com escolas, prefeituras e universidades públicas. Entretanto, problemas e adiamentos na compra de materiais esportivos paralisaram o projeto.

Segundo estimativas do próprio ministério, os materiais beneficiariam cerca de 4 milhões de pessoas em 32 mil escolas de todo o país, por meio do PST e do Programa Esporte e Lazer da Cidade (Pelc), que mantém os colégios abertos no período noturno para a prática esportiva para toda a comunidade.

Em 24 de setembro do ano passado, o Ministério do Esporte realizou um pregão eletrônico para a aquisição de 35 mil kits de materiais esportivos, destinados às escolas participantes. Cada um deles contempla bolas oficiais de várias modalidades, redes de vôlei, de futebol e de basquete, e materiais de apoio, como apitos, cones e coletes de identificação. Os kits englobavam ainda petecas, bambolês e jogos de dominó. Na proposta vencedora, cada um deles seria fornecido pelo preço de R$ 3.050. Ao todo, a compra resultaria em uma despesa de R$ 106,8 milhões. De acordo com o próprio edital do ministério, a entrega dos kits deveria estar concluída em, no máximo, 90 dias após a realização do pregão. Quase seis meses depois, entretanto, nada chegou às escolas.

A matéria completa está disponível aqui, para assinantes. Para assinar, clique aqui.
Tags:

Esta matéria tem: (0) comentários

Não existem comentários ainda

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »
Termos de uso

Envie sua história e faça parte da rede de conteúdo dos Diários Associados.
Clique aqui e envie seu vídeo, foto, podcast ou crie seu blog. Manifeste seu mundo.



  • Últimas notícias
  • Mais acessadas