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André Vargas entrega carta de renúncia da vice-presidente da Câmara "Enfrentarei tranquilamente esse processo na certeza de que provarei, ao final, que não cometi nenhum ato ilícito", diz André Vargas

Agência Brasil

Publicação: 16/04/2014 17:08 Atualização: 16/04/2014 18:17

André Vargas: 'Tomo esta decisão para que possa me concentrar em minha defesa perante o Conselho de Ética e para não prejudicar o andamento dos trabalhos da Mesa Diretora e também para preservar a Câmara dos Deputados, o meu partido e os meus colegas deputados'. (Carlos Moura/CB/D.A Press.)
André Vargas: "Tomo esta decisão para que possa me concentrar em minha defesa perante o Conselho de Ética e para não prejudicar o andamento dos trabalhos da Mesa Diretora e também para preservar a Câmara dos Deputados, o meu partido e os meus colegas deputados".

Depois de muitas idas e vindas, o deputado André Vargas (PT-PR) entregou nesta quarta-feira (16/4) à Secretaria –Geral da Mesa Diretora da Câmara a carta de renúncia ao cargo de vice-presidente da Casa. A carta deve ser lida ainda nesta quarta-feira, no plenário e publicada no Diário Oficial da Câmara. O documento foi entregue por assessores do deputado ao secretário-geral da Mesa, Mozart Vianna, às 15h26.

A carta de renúncia é a mesma divulgada na semana passada pelo líder do PT, Vicentinho (SP). No documento, Vargas diz que decidiu renunciar à vice-presidência da Câmara devido à instauração, naquele dia (9 de abril), de processo no Conselho de Ética para apurar denúncias apresentadas contra ele.

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“Tomo esta decisão para que possa me concentrar em minha defesa perante o Conselho de Ética e para não prejudicar o andamento dos trabalhos da Mesa Diretora e também para preservar a Câmara dos Deputados, o meu partido e os meus colegas deputados”, prossegue o parlamentar, que tinha se licenciado do mandato, após as denúncias de envolvimento com o doleiro Alberto Youssef, preso pela Polícia Federal na Operação Lava Jato.

Vargas relata que tem enfrentado “intenso bombardeio de denúncias e ilações lançadas em veículos de imprensa”. Segundo ele, tais denúncias são vazamentos ilegais de informações, que poderao ser esclarecidos quando apresentar sua versão dos fatos. “Enfrentarei tranquilamente esse processo na certeza de que provarei, ao final, que não cometi nenhum ato ilícito. Sigo, com muito orgulho de minha história politica e minha luta, ao lado de tantos companheiros, em defesa do povo paranaense e pela construção de um Brasil melhor”, conclui o deputado.

Caberá agora ao PT indicar um parlamentar para o cargo deixado por Vargas. Segundo Vicentinho, o partido ainda não tem um nome definido, o que está previsto para os próximos dias. Um nome de consenso deve surgir até o dia 29, disse Vicentinho. O indicado para o cargo terá de passar por votação do plenário da Casa.

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