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Cabral desiste da candidatura ao Senado para apoiar Aécio à Presidência Na disputa pelo Senado, Sérgio Cabral sai para dar apoio a Cesar Maia

Publicação: 23/06/2014 08:28 Atualização: 23/06/2014 09:53

O embarque na caravana do senador mineiro e presidenciável Aécio Neves (PSDB) será anunciado nesta segunda-feira (23/6) (Joel Rodrigues/Agência O Globo)
O embarque na caravana do senador mineiro e presidenciável Aécio Neves (PSDB) será anunciado nesta segunda-feira (23/6)


Numa reação à aliança firmada entre o PT e o PSB, no Rio de Janeiro, o ex-governador fluminense Sérgio Cabral (PMDB) desistiu de se candidatar ao Senado na chapa do governador Luiz Fernando Pezão (PMDB). O embarque na caravana do senador mineiro e presidenciável Aécio Neves (PSDB) será anunciado hoje. No lugar de Cabral, que liderava as pesquisas de intenção de voto, entra o ex-prefeito do Rio de Janeiro Cesar Maia (DEM). Com a adesão de Cabral ao movimento chamado Aezão, a presidente Dilma Rousseff (PT), que já tinha sinalizado que não pediria voto para nenhum candidato no Rio, fará campanha ao lado do petista Lindberg Farias (PT).

A decisão foi tomada ontem pela manhã numa reunião no apartamento de Aécio Neves, no Rio de Janeiro. Além do tucano, participaram do encontro Sérgio Cabral, Pezão, Cesar Maia e o presidente estadual do PMDB, Jorge Picciani, responsável pela organização do Aezão. No início do mês, Picciani fez um almoço festivo para pregar o voto em Aécio Neves e na reeleição de Pezão. Prefeitos de oito cidades fluminenses aderiram. O evento ocorreu na mesma semana da convenção nacional do PMDB, que oficializou o nome de Michel Temer como vice na chapa da presidente Dilma Rousseff.

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Com a nova aliança, o governador do Rio de Janeiro ganha aproximadamente três minutos na propaganda eleitoral gratuita. De acordo com o balanço peemedebista, mais de mil candidatos a deputado federal e estadual podem aderir à candidatura tucana na corrida presidencial. Em nota, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PMDB), aliado de Cabral, disse que a decisão do ex-governador formava um “bacanal eleitoral”.

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