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Aécio e Eduardo ganham terreno em largada equilibrada para as eleições Candidatos do PSDB e do PSB praticamente equiparam o apoio que Dilma terá entre os postulantes a governador. Problemas nas alianças levam PT a flexibilizar regras do próprio partido

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Amanda Almeida

Publicação: 01/07/2014 06:30 Atualização: 01/07/2014 08:11

Encerrado o ciclo de convenções partidárias, o balanço nos palanques regionais aponta para uma divisão equilibrada entre a candidata à reeleição, Dilma Rousseff, e os dois principais adversários na corrida pelo Palácio do Planalto. Embora a petista tenha mais tempo de tevê, Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB) reuniram número expressivo de apoiadores que vão se candidatar aos governos estaduais. Somados, Aécio e Eduardo têm 30 palanques nas unidades da Federação, levando-se em conta os partidos mais tradicionais. Dilma Rousseff conta com 33.

Ao escolher o senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP) como candidato a vice-presidente em sua chapa, Aécio busca consolidar o eleitorado paulista, que reelege o PSDB há duas décadas para o Palácio dos Bandeirantes e que - pelo menos é o que mostram as pesquisas atualmente - deve reconduzir Geraldo Alckmin para mais quatro anos no governo estadual. "Em 2010, enfrentávamos um governo bem avaliado nas pesquisas e um desejo de continuidade muito forte, muito bem encarnado por Dilma como candidata. Hoje, temos uma situação muito melhor", avalia Aloysio.

Além de São Paulo, o PSDB conta com a hegemonia tucana em Minas Gerais, onde o próprio Aécio foi eleito, reeleito e emplacou Antonio Anastasia como sucessor. Nas eleições anteriores, o PT, tanto com Dilma Rousseff quanto com Luiz Inácio Lula da Silva, sempre teve um bom desempenho, muitas vezes superando o candidato do PSDB ao Planalto. O comando da campanha tucana espera colocar uma vantagem de pelo menos 3 milhões de votos sobre Dilma em Minas.

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Na segunda-feira (30/6), o PSDB recebeu o apoio do prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB). Ele, que chegou ao poder apadrinhado por Aécio e pelo candidato ao governo de Minas Fernando Pimentel (PT), disse que seu partido foi "incoerente" ao optar por lançar o ex-deputado Tarcísio Delgado ao governo estadual. "Externo minha total discordância com a decisão, que desconhece a história política que vem sendo construída pelo nosso partido em aliança com o PSDB e outros partidos em Minas", escreveu Lacerda, em carta.

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Esta matéria tem: (3) comentários

Autor: Marta Oliveira
Sr. Roberto Cunha, sem querer polemizar, esse espaço é aberto a livre expressão, Aécio não colocou candidato de outro partido acredito pq ninguém quis se coligar com ele. Essa questão de "vender ou não a alma ao diabo" é estratégia política e sempre foi assim. | Denuncie |

Autor: Roberto Cunha
D. Marta, pelo menos não precisou vender a alma ao diabo (dos outros partidos) como fizeram Dilma e Eduardo. Com políticos de expressão nula em seus partidos, precisaram recorrer a outros pra "compor chapa". Nessa aí o PSDB foi o que demonstrou a maior coerência com sua proposta de governo! | Denuncie |

Autor: Marta Oliveira
Coitado do Aécio, vai se dar mal, escolheu logo um vice do mesmo partido. | Denuncie |

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