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Ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab vai disputar o Senado Ele vai concorrer na chapa do candidato ao governo estadual pelo PMDB, Paulo Skaf, depois que Henrique Meirelles negou o convite do empresário. Grupo somará mais de 5 minutos de horário eleitoral na tevê

Andre Shalders - Correio Braziliense

Publicação: 01/07/2014 06:40 Atualização: 01/07/2014 08:12

Diante do anúncio de que José Serra concorrerá a deputado federal, Kassab (C) aceitou compor a chapa de Skaf (E) (Fabio H. Mendes/Futura Press/Folhapress)
Diante do anúncio de que José Serra concorrerá a deputado federal, Kassab (C) aceitou compor a chapa de Skaf (E)


O ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab anunciou na segunda-feira (30/6) que concorrerá ao Senado na chapa do candidato ao governo de São Paulo pelo PMDB, Paulo Skaf, que terá o apoio do Partido Social Democrático (PSD) local. O anúncio foi feito durante a convenção estadual do partido em São Paulo. O decisão veio depois da desistência do ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles, convidado a disputar a vaga ao Senado pelo PSD na última sexta-feira. "Fiquei muito honrado, no entanto, não é meu perfil, minha vocação. Nunca fui parlamentar", disse Meirelles, atualmente filiado ao PSD.

No evento, Kassab destacou que sua candidatura também foi viabilizada pela desistência do ex-governador do estado José Serra (PSDB) de disputar a vaga. O tucano, que é amigo pessoal de Kassab, concorrerá a uma vaga de deputado federal. "Eu não queria ser candidato a nada, mas hoje (ontem) fizeram um rolo compressor sobre mim para que me lançasse ao Senado", alegou o pessedista.

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O apoio ao PMDB vem depois de uma série de reviravoltas no quadro político do maior colégio eleitoral do país. No fim de março, por exemplo, Kassab chegou a se apresentar como pré-candidato ao Palácio dos Bandeirantes, em evento na sede do partido em São Paulo. "(...) a pré-candidatura é uma indicação forte da vontade do partido, é uma tendência praticamente irreversível", disse ele à época. Na semana passada, o PSD cogitava o apoio à candidatura do tucano Geraldo Alckmin ao governo estadual e era cortejado pelo candidato petista, Alexandre Padilha.

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