política
  • (3) Comentários
  • Votação:
  • Compartilhe:

"A luta contra o crime não pode recorrer a meios criminosos", diz Dilma A presidente avaliou a atuação da polícia durante entrevista à rede internacional CNN. A chefe do Executivo também falou sobre política, economia e futebol

Publicação: 10/07/2014 18:00 Atualização: 10/07/2014 16:17

 (Reprodução/CNN)


"A luta contra o crime não pode recorrer a meios ilegais e criminosos", avaliou a presidente Dilma Rousseff, nesta quinta-feira (10/7), em entrevista à CNN. A candidata petista à reeleição disse que a ação policial é um dos principais problemas do Brasil.

"As ações da polícia obdecem à Constituição e à lei", ressaltou a presidente, após ser questionada sobre o comportamento violento das forças de segurança durante as manifestações antes da Copa do Mundo. Dilma também apontou a necessidade de mudança no sistema carcerário brasileiro. "Esse é um dos principais problemas da nossa agenda. Precisamos resolver a situação desumana dos presídios."

Leia mais notícias em Política

Mesmo com as críticas, a presidente fez questão de elogiar a atuação da Polícia Federal no combate à corrupção. Para Dilma, sua administração mostrou "tolerância zero" com a corrupção. Ela fez questão de ressaltar que 90% dos casos foram resolvidos após inquéritos da PF.

Espionagem
Dilma também respondeu sobre as recentes denúncias de espionagem envolvendo o governo americano. Apesar de condenar o comportamento ianque, a presidente não atacou a atual administração. "Eu não acredito que a responsabilidade seja do governo Obama. É uma coisa que vem sendo feita por debaixo dos panos desde os episódios do 11 de setembro. Naquele momento, decidimos acabar com os planos (de visitar o país, compromisso cancelado após as denúncias), mas isso não significa que rompemos com o Obama", explicou.

No entanto, a presidente mandou sinais de insatisfação ao goveno norte-americano. "Queremos a garantia de que isso não vai continuar e, também, de que não vai se repetir".

Política social
Ao falar sobre o desenvolvimento do Brasil, Dilma enalteceu os investimentos em políticas sociais, principal bandeira da gestão petista. "Nosso crescimento está ligado a investimentos que começaram lá em 2008 e que, a despeito da crise mundial, geraram empregos". A presidente também mencionou que 42 milhões de pessoas entraram para a classe média.

Entretanto, Dilma analisou que essa nova classe econômica, agora, exige mais do Estado, em cobranças que envolvem saúde e educação de qualidade.

Sobre a educação, Dilma disse que o Brasil precisa entrar em um novo ciclo, capaz de aumentar o acesso ao ensino e melhorar a capacitação da população que vai entrar no mercado de trabalho.

Tortura
Dilma também respondeu sobre a tortura e o período da ditadura militar. "Fui presa nos anos 1970. É uma experiência que te mostra a importância de resistir. Você não pode deixar a tortura entrar na sua vida, moldar a sua visão de mundo. A tortura me fez viver a vida de forma mais intensa."

Esta matéria tem: (3) comentários

Autor: inacio nascimento
O pior momento da historia do BRASIL foi o período da DITADURA. Hoje temos a liberdade de expressar o pensamos , graça muitos brasileiros que lutaram, a maioria foram mortos e ainda tem alguns vivos, como a Presidenta DILMA. Sera que aqueles que hoje faz critica tem coragens de enfrentar uma DITADURA | Denuncie |

Autor: danie rodrigues cruz
AS PESSOAS QUE AMAM O BRASIL SÃO AQUELAS QUE LUTARAM E DERAM O SEU MELHOR PARA O BRASIL...FORA DISSO, SÃO VERDADEIROS TRAIDORES DA NAÇÃO. | Denuncie |

Autor: Silvio Serpa
Mas defender uma ditadura, de qualquer orientação vale meios criminosos? Que discurso ambíguo D. Dilma! | Denuncie |

Comentar

Para comentar essa notícia entre com seu e-mail e senha

Caso você não tenha cadastro,
Clique aqui e faça seu cadastro gratuito.
Esqueci minha senha »
Termos de uso

Envie sua história e faça parte da rede de conteúdo dos Diários Associados.
Clique aqui e envie seu vídeo, foto, podcast ou crie seu blog. Manifeste seu mundo.

PUBLICIDADE



  • Últimas notícias
  • Mais acessadas