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Reformulação do futebol aparece de forma discreta nos planos de governo Embora a Copa tenha impregnado o discurso dos presidenciáveis, políticas voltadas para o futebol aparecem de forma discreta nos programas de governo registrados no TSE

João Valadares

Publicação: 15/07/2014 06:04 Atualização: 15/07/2014 08:39


Eliminação do Brasil: debate político e propostas genéricas para o esporte (Christophe Simon/AFP - 8/7/14)
Eliminação do Brasil: debate político e propostas genéricas para o esporte


A reformulação do futebol brasileiro, debate que tomou conta da campanha presidencial após a traumática eliminação da Seleção, é tratada de maneira tímida nas diretrizes dos programas de governo protocoladas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelos três principais candidatos da disputa eleitoral deste ano. O tema “futebol”, que motivou 10 postagens da presidente Dilma Rousseff (PT) na conta oficial de um microblog no sábado passado, é apresentado de maneira superficial e pouco detalhado.

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As diretrizes apontadas pela candidatura petista se limitam a informar que é “urgente modernizar a organização e as relações do futebol, nosso esporte mais popular”. Apenas isso. Não há menção como isso poderá ser feito. O documento indica que é preciso “desenvolver um sistema nacional de esportes que integre as políticas públicas entre os entes federados”.

A meta traçada estabelece que, em 2016, ano em que as Olimpíadas serão disputadas no Brasil, o país figure, no quadro geral de medalhas entre os 10 primeiros colocados. “Para isso, estamos implementando o plano Brasil Medalhas 2016, que, com investimento de R$ 1 bilhão, estimulará 21 modalidades olímpicas e 15 paraolímpicas no ciclo de 2013 a 2016.” O programa é tratado como prioridade no próximo mandato. Há também promessas de avançar na construção de 285 unidades dos Centros de Iniciação ao Esporte (CIE) em 163 municípios de todos os estados e no Distrito Federal.

O candidato Aécio Neves (PSDB), nas diretrizes, defende “o reconhecimento da importância dos clubes na matriz esportiva nacional”. O tucano aponta que é necessário “aprimoramento e maior acesso aos mecanismos de incentivo a atletas, técnicos e projetos esportivos”. Ressalta que é importante o “fomento à integração do atual modelo de formação dos atletas brasileiros com as escolas e as universidades” e propõe o “cumprimento, na execução dos programas e projetos esportivos, das diretrizes emanadas pelas Conferências Nacionais do Esporte”.

No documento entregue ao TSE pelo PSB, o presidenciável Eduardo Campos (PSB-PE) defende que “a educação integral deve instituir escolas abertas aos tempos e espaços das comunidades, inserindo-as nos contextos locais, regionais, nacional e mundial, mantendo diálogo com as demais instâncias formadoras dos setores de cultura e esportes”.
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