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Aécio Neves critica modelo cubano, mas defende manutenção no Mais Médicos Tucano pretende mudar a forma de pagamento aos profissionais do programa

Nívia Ribeiro

Publicação: 17/07/2014 08:40 Atualização:

Aécio Neves: 'O Bolsa Família, no nosso governo, vai continuar'
Aécio Neves: "O Bolsa Família, no nosso governo, vai continuar"


O candidato do PSDB à Presidência da República, Aécio Neves, afirmou que vai manter o programa Mais Médicos, lançado no ano passado pela presidente Dilma Rousseff (PT). No entanto, durante sabatina na manhã dessa quarta-feira (16/7) realizada pela Folha, Uol, SBT e Jovem Pan, o senador mineiro afirmou que não aceitará regras do governo cubano para o pagamento dos médicos do programa. “Nós vamos manter o Mais Médicos, vamos fazer com que eles se qualifiquem e estabelecer novas regras para os médicos. Não vamos aceitar as regras do governo cubano”, declarou. O tucano ressaltou que os profissionais estrangeiros devem ser capacitados no Brasil e passar pelo exame Revalida, uma das principais exigências das entidades médicas brasileiras.

Aécio defendeu o estabelecimento de novas diretrizes, a exemplo de isonomia de salários entre os profissionais estrangeiros, para aumentar a eficácia do Mais Médicos. “Vamos manter o Mais Médicos, mas vamos estabelecer novas regras. Não vamos aceitar as regras impostas por Cuba. Vamos estabelecer condições para que os profissionais estrangeiros se submetam ao Revalida”, prometeu. As bolsas pagas aos brasileiros e estrangeiros são de R$ 10 mil. No entanto, a remuneração dos cubanos é repassada diretamente ao governo da ilha do Caribe e apenas R$ 3 mil chegam ao bolso dos profissionais.

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O tucano também aproveitou a oportunidade para assegurar que o principal programa de transferência de renda da gestão petista, o Bolsa Família, será mantido se for eleito. “Política e administração pública é você copiar as coisas que dão certo e aprimorá-las. Não tenho o menor constrangimento de mantê-los e aprimorá-los”, salientou. “O Bolsa Família, no nosso governo, vai continuar. O que eu quero é tirá-lo do programa eleitoral. O que eu quero é transformá-lo em programa de Estado”, completou.

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