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Protestos de junho pautam candidatos à Presidência da República Direta ou indiretamente, Dilma, Aécio e Eduardo lembraram as manifestações de junho e tentam se mostrar atentos às reclamações da população. Na prática, no entanto, eles vão ter de se esforçar para convencer o eleitor.

Amanda Almeida

Publicação: 28/07/2014 06:01 Atualização: 28/07/2014 08:57

Primeira eleição depois de a população ocupar as ruas do país em junho do ano passado e cobrar mudanças da classe política, a disputa que chega às urnas em outubro une os candidatos quando o assunto é a tentativa de construir um perfil de político que ganhe a simpatia e o voto dos manifestantes. Para atrair esse público, os três principais candidatos à Presidência — a presidente Dilma Rousseff (PT), o senador Aécio Neves (PSDB) e o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB) — prometem garantir a participação popular em seus governos.

É o que mostram as três diretrizes de governo apresentadas à Justiça Eleitoral, com discurso comum de reforçar a participação popular. Os três destacam que os programas finais de governo das candidaturas vão ser construídos em parceria com a sociedade. A nuvem de palavras feita pelo Correio com a união dos três textos mostra em destaque as palavras “desenvolvimento”, “políticas”, “social”, “participação”. “Qualidade” também é recorrente no texto dos presidenciáveis.

Direta ou indiretamente, Dilma, Aécio e Eduardo lembraram as manifestações de junho e tentam se mostrar atentos às reclamações da população. Na prática, no entanto, eles vão ter de se esforçar para convencer o eleitor.

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Ao lado de Marina Silva, Eduardo Campos reforça no texto entregue à Justiça eleitoral que a união entre os dois é uma “aliança programática”, e não uma “pragmática”. A ideia, repetida em entrevistas, é se diferenciar das “velhas raposas políticas”, alvejadas pela população em junho de 2013, que, segundo ele, fazem alianças apenas para garantir minutos na televisão. Em seu governo em Pernambuco, no entanto, Eduardo fez uma ampla aliança com partidos, quase não teve oposição e recebeu apoio de políticos geralmente tachados como representantes da “velha política”, caso de Inocêncio de Oliveira e Severino Cavalcanti.

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Esta matéria tem: (3) comentários

Autor: Sthefanny Silva
Tá mais que certo ouvir a população. As manifestações de Junho de 2013 marcaram a política brasileira. Milhões de pessoas às ruas. É coisa linda de ser que o brasileiro quer mudança. Tosco é ver Dilma falando nisso já que os bardeneiros trabalham pra ela. É muito hipocrisia! Aécio Neves Presidente! | Denuncie |

Autor: Henrique Melo
Não acredito nisso de jeito nenhum. Entra político, sai político, e a única participação popular que eu vi na vida foi o referendo das armas. SÓ isso. Mais nada. O resto eles fazem atendendo interesses próprios e dos partidos lixos que fazem parte. | Denuncie |

Autor: fabio ribeiro
Aumentar a participação popular não pode ser confundida com a criação de mecanismos para ludibriar as pessoas, fingindo que estão sendo ouvidas! Quantos CONSELHOS foram criados nos municípios e que só servem para incompetentes apadrinhados? Fiquemos de olhos abertos!!! | Denuncie |

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