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ELEIÇÃO » Campos promete avançar em demarcações e criar áreas de proteção ambiental Em coletiva na Confederação Nacional da Agricultura (CNA), o presidenciável Eduardo Campos criticou política de reforma agrária do governo atual

Andre Shalders - Correio Braziliense

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Publicação: 06/08/2014 11:53 Atualização: 06/08/2014 11:59

Em sabatina, Eduardo Campos prometeu transformar o agronegócio brasileiro 'líder em sustentabilidade' (Ed Alves / CB / D.A. Press)
Em sabatina, Eduardo Campos prometeu transformar o agronegócio brasileiro "líder em sustentabilidade"

O presidenciável do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Eduardo Campos, prometeu hoje avançar na demarcação de terras indígenas, na criação de unidades de conservação e no assentamento de famílias da reforma agrária. As propostas foram apresentadas durante coletiva de imprensa na sabatina da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária (CNA). “Se você pegar para ver o ritmo de criação de Unidades de Conservação (UCs) e de Terras indígenas, perceberá que o ritmo dos últimos vinte anos praticamente parou durante esse governo. Só 2% das UCs foram feitas no atual governo (...). Quando um governo que pára o ritmo que vinha de outros, é obvio que isso desemboca no ambiente de tensão e no clima político que estamos vivendo hoje no campo”, disse Eduardo, criticando o baixo ritmo de demarcação de terras indígenas no governo Dilma.

“Essa não é uma pauta infinita, ela é finita. A própria Constituição Federal de 1988 imaginou que seria possível fazer dentro de 5 anos toda a demarcação de terras indígenas. Não foi possível, mas também não é preciso levar 50 anos”, continuou o socialista. “É preciso retomar o diálogo com o mundo rural brasileiro. Da mesma forma que é preciso discutir com a agricultura é preciso discutir com os quilombolas, com os assentados da reforma agrária, com os indígenas, com quem está embaixo de uma lona preta aguardando ser assentado”, disse ele, que evitou traçar metas na área. “Não tem como ter meta de demarcação de terra indígena. Isso depende de estudos antropológicos”, concluiu.

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