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Lewandowski diz que sua gestão no Supremo será marcada pelo diálogo O novo presidente do STF também promete estimular a resolução de pequenos conflitos por meio da conciliação

Agência Brasil

Publicação: 13/08/2014 20:31 Atualização: 13/08/2014 22:51

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, disse hoje (13) que sua gestão será marcada pelo diálogo entre os Poderes, a advocacia e a magistratura. O presidente foi eleito nesta quarta-feira pelo plenário da Corte, em votação simbólica, para mandato de dois anos. Ele ocupava a presidência interina do Supremo desde o início deste mês, devido à aposentadoria do ministro Joaquim Barbosa, ex-presidente do STF.

Em entrevista coletiva, Lewandowski afirmou que vai priorizar o julgamento de matérias com repercussão geral, processos em que as decisões do Supremo devem ser seguidas e aplicadas nos demais casos similares, em todos as instâncias do Judiciário. “Nós vamos priorizar os julgamentos dos recursos extraordinários com repercussão geral. São aqueles recursos que aportam na Corte, paralisam todos os demais processos nas cortes inferiores, que tratam do mesmo tema, congestionando as cortes inferiores”, disse.

O novo presidente do STF também promete estimular a resolução de pequenos conflitos por meio da conciliação, para reduzir o congestionamento do Judiciário. Segundo Lewandowski, mais de 100 milhões de ações estão em tramitação na Justiça para serem julgadas por 18 mil juízes. “Quando falo em formas alternativas, me refiro à conciliação, mediação e arbitragem. De modo que os conflitos menores não sejam necessariamente levados ao Judiciário e possam ser resolvidos pela própria sociedade“, acrescentou.

Lewandowski tem 66 anos e foi nomeado para o STF pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em 2006. Ele formou-se em direito pela Universidade de São Paulo. No Supremo, o ministro foi o revisor da Ação Penal 470, o processo do mensalão, e relatou processos sobre a proibição do nepotismo no serviço público e das cotas raciais nas universidades federais.

A ministra Cármen Lúcia ocupará a vice-presidência da Corte nos próximos dois anos.
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Esta matéria tem: (8) comentários

Autor: edilio camargo
è a grande piada do dia: Esse ministro já mostrou do que é CAPAZ para livrar a cara do Lula e cia, O PAÍS ESTA NO SAL E NOS FRITOS......ENFIM O SUPREMO ESTA APARELHADO PARA O LULA MANDAR. | Denuncie |

Autor: marcelo augusto
Agora fechou o cerco, o PT dominando o STF e os mensaleiros em festa... Esta faltando juízes de verdade,sem compromisso com o governo ,ou vendidos..Saudade do Dr: JOAQUIM BARBOSA ,que não obedeceu as ordem de quem o nomeou,a justiça continua cega,pra quem é pobre... | Denuncie |

Autor: FRANCISCO CARLOS AGUIAR
Será que vão fazer carta aberta pedindo desculpas aos mensaleiros? | Denuncie |

Autor: FRANCISCO CARLOS AGUIAR
Nossa gente, o supremo agora acabou resta saber quanto. | Denuncie |

Autor: augusto lima
Esse é o novo presidente da maior esfera de poder do judiciário. Imaginem agora, como fica. Um defensor de mensaleiros, isto foi o que ficou para nós brasileiros, no julgamento. Estamos de mal a pior, e o pior, já está ai. Deus não é mais brasileiro, 7x1, esse cara agora, e Dilma e PT depois. | Denuncie |

Autor: Paulo Costa
Mas o diálogo já existe com a corruPTralha! Antes, com a defesa intransigente de penas brandas ao bando e a não citação do Grande Chefe; agora, com a saída de Joaquim Barbosa, a entrega das chaves das celas para que os corruptos presos possam gozar das benesses de suas residências e da liberdade! | Denuncie |

Autor: CLOVIS HACHUY
Agora sim, esta como o PT gosta. | Denuncie |

Autor: Jl Madeira
Traduzindo: o STF voltará ao que era por 200 anos, antes da chegada de Joaquim Barbosa. O homem que fazia os maus temerem e tremerem de raiva saiu, e, enfim, a "paz" voltará ao vergonhoso STF brasileiro, agora sob a liderança dos conhecidos amigos, que antes nunca condenaram políticos corruptos. | Denuncie |

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