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Filho de Eduardo Campos deve seguir caminho do pai na política João Campos de 20 anos já participava das reuniões de governo com o pai

Rosália Rangel

Publicação: 15/08/2014 09:47 Atualização: 15/08/2014 10:24

Uma frase dita por João Campos, 20 anos, filho do ex-governador Eduardo Campos, reacendeu a ideia de o jovem seguir os passos do pai na política. “Perdi um pai e um líder, mas tem que se dar um jeito para que a bandeira dele não caia porque os ideias dele são o futuro do Brasil”. O desejo de João foi revelado ontem ao primo Joaquim Pinheiro, que esteve na residência da família, no bairro de Dois Irmãos, no Recife.

A possibilidade de João Campos entrar para a política não é um assunto novo no núcleo socialista. Em 2011, o Diario publicou matéria mostrando que a presença dele nas reuniões de governo, no período em que Eduardo comandou o estado, chamava a atenção dos correligionários.

Apostavam nessa tese não apenas pelo interesse dele pelas ações administrativas e políticas, mas por conta da semelhança com o caminho trilhado pelo pai. Com a mesma idade do filho (18 anos), Eduardo se interessou pela política acompanhando os passos do avô, o ex-governador Miguel Arraes.

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Este ano o nome de João Campos foi especulado para disputar uma cadeira na Câmara Federal, seria o candidato natural do espólio dos votos da avó, Ana Arraes, ex-deputada federal e atual ministra do Tribunal de Contas da União (TCU). O projeto não foi adiante porque o jovem optou por continuar os estudos no curso de Engenharia Civil.

Também pesou o desentendimento com a prima a vereadora do Recife, Marília Arraes (PSB). Ela reclamou do estilo centralizador de Eduardo Campos, o que incluia a indicação de João Campos para ocupar o cargo de coordenador da Juventude Socialista. Diante do conflito, João divulgou nota dizendo que precisava se preparar mais para fazer jus à herança política do bisavô e do pai, colocando assim um ponto final na polêmica.

Nas campanhas local e presidencial, João estava atuando nos bastidores. Por diversas vezes viajou com o pai. Agora, com a trágica morte de Eduardo Campos, os aliados lembram que ele herdou o jeito fácil do ex-governador de conversar com as pessoas e o pensamento de que é possível fazer mais pelo Brasil.

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