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Jato que caiu em Santos e matou sete pessoas já teve pane elétrica A aeronave apresentou problema em 16 de junho, quando decolaria de Londrina rumo a Maringá, ambas no Paraná

Étore Medeiros

Publicação: 15/08/2014 09:51 Atualização:

Testemunhas ouvidas pelo Correio, em Santos, relatam ter visto fogo e fumaça saindo do Cessna 560 XL, prefixo PR-AFA, antes da queda que matou sete pessoas, na última quarta-feira. Embora o modelo do avião seja considerado confiável e seguro, e ainda não esteja descartada uma colisão aérea, a aeronave na qual estava Eduardo Campos já havia sofrido uma pane elétrica, em 16 de junho, quando decolaria de Londrina rumo a Maringá, ambas no Paraná, e distantes entre si em cerca de 100km.

Eduardo Campos em uma de suas viagens com a aeronave. Ele estaria utilizando o jato desde o início da campanha (JH/Reprodução)
Eduardo Campos em uma de suas viagens com a aeronave. Ele estaria utilizando o jato desde o início da campanha

Uma equipe de manutenção foi enviada ao Sul e reparou o defeito. No dia seguinte, no entanto, Campos e Marina seguiram de carro para Maringá, enquanto o avião rumou para Jundiaí, no interior de São Paulo. O novo destino da aeronave, coincidentemente, é o mesmo da sede da empresa que mandou os funcionários de manutenção para Londrina. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a oficina Japi Manutenção de Aeronaves está devidamente credenciada e comprovou os procedimentos de reparo por meio de documentos enviados à agência. A Japi é a mesma empresa que fez a inspeção anual de voo no Cessna, procedimento necessário para que o avião seja autorizado a decolar. A reportagem não conseguiu contato com a empresa.

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“Quando (Campos) vinha para Maringá para dar uma palestra, o avião teve um problema no sistema elétrica, na ignição. Ele, os assessores e Marina (Silva) vieram, então, de carro. O avião permaneceu no Aeroporto José Richa, em Londrina”, revelou à imprensa o deputado estadual do Paraná Wilson Quinteiro (PSB). O parlamentar fretou outra aeronave para a comitiva de Campos, que precisava chegar ao Rio de Janeiro no dia seguinte. Quinteiro diz que ficou chocado ao saber do acidente que vitimou o presidente do PSB. “Quando soube do acidente, fui ver o modelo e me espantei quando soube que era o mesmo. É um momento muito triste para todo o Brasil”, lamenta.

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