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Marina precisa se entender com aliados em quatro estados Ambientalista criticou acordos em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná e Mato Grosso do Sul

Paulo de Tarso Lyra - Correio Braziliense

Publicação: 15/08/2014 09:58 Atualização:

Caso seja realmente efetivada como a sucessora de Eduardo Campos na cabeça de chapa presidencial do PSB, uma das coisas que Marina precisará deixar para trás é a resistência externada por ela e por setores da Rede Sustentabilidade às alianças regionais fechadas para montar a coligação. A situação mais grave é São Paulo, onde, a despeito das queixas de Marina, os socialistas indicaram o deputado Márcio França (PSB) como vice na chapa de reeleição do tucano Geraldo Alckmin.

Até o último minuto que antecedeu a mudança dos rumos, a ojeriza de Marina à aliança com o PSDB paulista prevaleceu sobre os planos do companheiro de chapa. Curiosamente, foi a ausência de pragmatismo político da ex-senadora que lhe salvou a vida. Ela e Eduardo estavam no Rio de Janeiro na noite de terça-feira, quando o presidenciável do PSB concedeu uma entrevista a dois telejornais.

Na manhã de quarta-feira, Campos seguiu, no jatinho, para Santos. Como a agenda que ele cumpriria na cidade incluía a presença de Alckmin, Marina decidiu retornar diretamente para a capital paulista. Ambos se encontrariam por volta das 16h, com a finalidade de gravar novos depoimentos para o horário político que se iniciará na próxima terça-feira. “As alianças estão formadas, não há como voltar atrás nelas”, disse o presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire (SP), também defensor da parceria com o PSDB paulista, a despeito das pressões de Marina e dos sonháticos.

Agora, Marina terá de conversar diretamente com França. Em uma demonstração de que os distensionamentos poderão já estar em curso, ambos estavam lado a lado no pronunciamento feito pela ex-ministra, no início da noite de quarta-feira, expressando o luto pela morte do companheiro de chapa. Caso atinja um eventual segundo turno, Marina precisará de ter habilidade para negociar, com petistas ou tucanos, apoio se quiser de fato chegar ao Palácio do Planalto. “Vocês todos estão apressados, trabalhando com muitas hipóteses, muitos ‘ses’: se Marina for candidata, se chegar ao segundo turno, se for eleita. Não é momento para isso”, disse o porta-voz da Rede Sustentabilidade, Walter Feldmann (PSB-SP).

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Autor: Renata U.
Não haverá segundo turno porque a Marina Silva vai ganhar no primeiro. | Denuncie |

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