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Mudança na corrida ao Planalto faz Bolsa reagir de forma positiva A possibilidade de Marina Silva ser a substituta de Eduardo Campos na campanha impulsionou o mercado. Especialistas veem nela chance de a disputa ir para o segundo turno

Paulo Silva Pinto

Publicação: 16/08/2014 07:20 Atualização:


'É consequência da percepção crescente de que a oposição tem chances de vencer. Com Marina, fica praticamente garantido um segundo turno', diz o economista Eduardo Velho (Carlos Moura/CB/D.A Press - 17/2/03)
"É consequência da percepção crescente de que a oposição tem chances de vencer. Com Marina, fica praticamente garantido um segundo turno", diz o economista Eduardo Velho


A perspectiva de Marina Silva assumir a vaga de Eduardo Campos e tornar-se candidata do PSB à Presidência da República impulsionou ontem o mercado de ações no país, puxado especialmente pelos papéis de empresas estatais. O dólar comercial recuou 0,24% frente ao real, fechando o dia em R$ 2,26. Analistas afirmam que, com a presença de Marina, os investidores consideram menores as chances de a presidente Dilma Rousseff (PT) ser reeleita.

Tanto Aécio Neves (PSDB) quanto Marina no Planalto, segundo esses analistas, tendem a reduzir gastos públicos, baixar a inflação e conseguir, a médio prazo, elevar o crescimento econômico. Embora haja mais restrições ao nome da ex-senadora do que ao de Aécio no mercado, as avaliações são de que ela seguiria um modelo econômico muito parecido com o do tucano.

As ações ordinárias da Petrobras (com direito a voto) subiram 7,78% na Bolsa de Valores de São Paulo (BM&Fbovespa). As preferenciais (com prioridade na distribuição de dividendos) se valorizaram ainda mais: 7,84%. Também fecharam em alta os papéis ordinários da Eletrobras e do Banco do Brasil: respectivamente 3,65% e 1,88%. O Ibovespa, principal índice da Bolsa, avançou 2,12%.

A influência do quadro eleitoral torna-se ainda mais evidente quando se levam em conta outros fatores que tinham tudo para derrubar a Bolsa. Foi anunciado ontem o IBC-Br, índice de atividade do Banco Central que antecede o Produto Interno Bruto, com resultado negativo de 1,48% em junho sobre maio. O quadro externo também não ajudou: a Bolsa de Nova York, a principal dos Estados Unidos, caiu 0,30%.

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Autor: danie rodrigues cruz
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